Em águas
límpidas,
azul turquesa.
Sol que aquece,
o coração pensativo.
Voa longe,
mãos a encontrar.
Mergulho,
sob mundo:
encantado.
Não tenhas,
e não terás.
Devaneios n'alma.
Voa longe,
longe.
Espírito cerca,
os braços ao vento.
(Isabel Ienczak)
(Óleo sobre tela-Isabel Ienczak 2001)
Meu canto para ler e escrever!
quarta-feira, 24 de abril de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
AFLIÇÃO
Nos meus versos
repousa a emoção.
Donde em mim,
condensa a ilusão.
É quase certo
que o medo
tranca o pressentir,
a boca em segredo.
Os meus olhos,
vermelhos em pranto,
dizes: que um dia
me querias tanto.
Triste é não ter amor
...doce e profundo
num coração,
ausentando-se deste mundo.
(Isabel Ienczak)
repousa a emoção.
Donde em mim,
condensa a ilusão.
É quase certo
que o medo
tranca o pressentir,
a boca em segredo.
Os meus olhos,
vermelhos em pranto,
dizes: que um dia
me querias tanto.
Triste é não ter amor
...doce e profundo
num coração,
ausentando-se deste mundo.
(Isabel Ienczak)
terça-feira, 9 de abril de 2013
ADEJANDO
Voa minh'alma
no mais distanciado
do céu.
Voa ao encontro
meu caminho,
volitando silenciosamente.
Voa muito, muito longe
onde sol
se põe dourado.
Um pedaço
de mim.
Um tudo
de mim.
Revoando...revoando!
(Isabel Ienczak)
no mais distanciado
do céu.
Voa ao encontro
meu caminho,
volitando silenciosamente.
Voa muito, muito longe
onde sol
se põe dourado.
Um pedaço
de mim.
Um tudo
de mim.
Revoando...revoando!
(Isabel Ienczak)
quinta-feira, 4 de abril de 2013
MATER
Há muito distante,
sonhei contigo.
Serenei na saudade!
Nesta noite desvelada,
visão do teu abraço,
eu me encontrei.
Onde andarás?
Por que sem tua presença?
Divago na recordação.
Meu devaneio
parecia real, e adormeci
no alvor do dia.
(Isabel Ienczak)
sonhei contigo.
Serenei na saudade!
Nesta noite desvelada,
visão do teu abraço,
eu me encontrei.
Onde andarás?
Por que sem tua presença?
Divago na recordação.
Meu devaneio
parecia real, e adormeci
no alvor do dia.
(Isabel Ienczak)
quarta-feira, 3 de abril de 2013
ENTORPECIMENTO
Nestas noites
em que o sono não chega.
Em torpor,
pensamentos arredios.
Lembranças de quem faz falta,
a recordação de um esteio n'alma.
Desavistar na imaginação,
coração em alegria,
devaneio de uma beleza secreta.
E a saudade...
..arrebata.
(Isabel Ienczak)
em que o sono não chega.
Em torpor,
pensamentos arredios.
Lembranças de quem faz falta,
a recordação de um esteio n'alma.
Desavistar na imaginação,
coração em alegria,
devaneio de uma beleza secreta.
E a saudade...
..arrebata.
(Isabel Ienczak)
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