Para quem
os versos
escreves?
E quem os lêem?
Não importa!
São palavras
únicas.
Sons do silêncio.
Enquanto o olhar,
passeia por elas,
e, elas, são apenas.
Áqueles sonhos,
vivências,
um mundo irreal.
E, elas, são elas!
Palavras...
enigmáticas...
...de si.
(Isabel Ienczak)
(Óleo sobre tela-Isabel Ienczak 2001)
Meu canto para ler e escrever!
quinta-feira, 27 de junho de 2013
quarta-feira, 12 de junho de 2013
QUE PODERÁ EU, PENSAR?
Que poderá eu, pensar?
Sim, você mesmo,
lendo as frases
que devagar vou escrevendo.
O que será ao longo do caminho
encontrar?
Talvez a busca de um talento
esquecido...
Uma visão no final do caminho
onde outros não vêem,
adiante só os que se agarram
a imaginação.
Inspiração para respirar
vida.
Onde estará nossa
criança,
sonhos sem fim:
inocência?
Mansidão n'alma,
brisa fresca em espírito.
O que aguarda,
letra por letra,
perguntar?
(Isabel Ienczak)
Sim, você mesmo,
lendo as frases
que devagar vou escrevendo.
O que será ao longo do caminho
encontrar?
Talvez a busca de um talento
esquecido...
Uma visão no final do caminho
onde outros não vêem,
adiante só os que se agarram
a imaginação.
Inspiração para respirar
vida.
Onde estará nossa
criança,
sonhos sem fim:
inocência?
Mansidão n'alma,
brisa fresca em espírito.
O que aguarda,
letra por letra,
perguntar?
(Isabel Ienczak)
sexta-feira, 7 de junho de 2013
EM ALGUM LUGAR DA MEMÓRIA
Manhã!
Acordar de súbito.
No vazio do quarto,
sem saber onde estava.
Os sonhos da noite
se despediram repentinamente.
O olhar percorreu sem ver,
estava longe.
Longe dali, como a alma sempre esteve.
Descrédito no tempo,
divagando perguntas secretas.
Respostas nunca ditas.
E nesse entorpecimento,
já não sabia ao certo,
se do sono acordou,
ou nele adormeceu.
Um contador de estórias!
E na mente,
momentos sem sentido,
escolhas certas ou erradas.
E nesses minutos,
olhos fechados,
sem saber se era real ou virtual.
(Isabel Ienczak)
Acordar de súbito.
No vazio do quarto,
sem saber onde estava.
Os sonhos da noite
se despediram repentinamente.
O olhar percorreu sem ver,
estava longe.
Longe dali, como a alma sempre esteve.
Descrédito no tempo,
divagando perguntas secretas.
Respostas nunca ditas.
E nesse entorpecimento,
já não sabia ao certo,
se do sono acordou,
ou nele adormeceu.
Um contador de estórias!
E na mente,
momentos sem sentido,
escolhas certas ou erradas.
E nesses minutos,
olhos fechados,
sem saber se era real ou virtual.
(Isabel Ienczak)
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