Silêncio
palavras.
Sem fala.
Olhar o vazio.
Sem inspiração.
Triste,
muito
triste.
Tão poucos
entendem.
Tão poucos
são divinos.
Não sabem
o que dizem.
Não sabem
o que falam.
Magoam.
Silêncio,
sem palavras,
sem inspiração.
Olhar o vazio,
não entendem
um coração!
(Isabel Ienczak)
(Óleo sobre tela-Isabel Ienczak 2001)
Meu canto para ler e escrever!
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
PLURAL: PRIMEIRA PESSOA
Eu te vi.
Tu me viste.
Nós nos vimos!
Eu te dei a mão.
Tu me deste a mão.
Nós nos damos as mãos!
Eu sonhei contigo.
Tu sonhaste comigo.
Nós sonhamos um com o outro!
Eu te abracei.
Tu me abraçaste.
Nós nos abraçamos!
Eu te beijei.
Tu me beijaste.
Nós nos beijamos carinhosamente!
Nós...
nós...
nós...
nós...
e Nós!
(Isabel Ienczak - 1983.11.13)
Tu me viste.
Nós nos vimos!
Eu te dei a mão.
Tu me deste a mão.
Nós nos damos as mãos!
Eu sonhei contigo.
Tu sonhaste comigo.
Nós sonhamos um com o outro!
Eu te abracei.
Tu me abraçaste.
Nós nos abraçamos!
Eu te beijei.
Tu me beijaste.
Nós nos beijamos carinhosamente!
Nós...
nós...
nós...
nós...
e Nós!
(Isabel Ienczak - 1983.11.13)
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
COISAS DA VIDA: EM MOVIMENTO
As cores,
aromas:
jardins!
Sol,
calor:
brilho!
Vento,
brisa:
leve!
Os sons,
zunidos:
murmúrios!
As cores!
Aromas!
O calor!
A brisa!
Os sons!
Vida em movimento!
(Isabel Ienczak)
aromas:
jardins!
Sol,
calor:
brilho!
Vento,
brisa:
leve!
Os sons,
zunidos:
murmúrios!
As cores!
Aromas!
O calor!
A brisa!
Os sons!
Vida em movimento!
(Isabel Ienczak)
VOCÊ
Seja sempre,
meu companheiro
e confidente.
Estejas comigo.
Permita-me
dividir meus sonhos,
e os meus pensamentos
mais íntimos.
Minhas lágrimas,
minhas alegrias.
Meus medos
e inseguranças.
Afasta-me de mim,
meus lamentos
e dúvidas.
Dê-me
o seu carinho,
sua tolerância
ante aos meus devaneios.
Dê-me
seu amor.
Seja eu
sua amada.
Sejas tu
o meu amado.
Seja
o meu companheiro.
(Isabel Ienczak)
meu companheiro
e confidente.
Estejas comigo.
Permita-me
dividir meus sonhos,
e os meus pensamentos
mais íntimos.
Minhas lágrimas,
minhas alegrias.
Meus medos
e inseguranças.
Afasta-me de mim,
meus lamentos
e dúvidas.
Dê-me
o seu carinho,
sua tolerância
ante aos meus devaneios.
Dê-me
seu amor.
Seja eu
sua amada.
Sejas tu
o meu amado.
Seja
o meu companheiro.
(Isabel Ienczak)
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
JANELA PARA O SOL: A VIDA
Abriu-se a janela
o vento
fez nascer a Vida.
A Vida do homem,
do pássaro que canta,
do filhote
que procura cegamente
sua mãe,
do riacho
que corre pelas matas.
A Vida
do silêncio
de espiríto,
da melodia
da natureza,
do despertar
na certeza
de encontrar
a felicidade.
A felicidade
ora longe,
ora tão perto
A Vida
feita de momentos,
em pedaços,
como quebra-cabeças.
A Vida
em forma de tabernáculo,
de joelhos inchados,
suplicando o perdão.
A Vida
dos sorrisos,
de esperanças,
de trevas
e de luz,
de sonhos
e desespero.
A Vida
cheia de discórdias,
cheia de uniões.
A Vida
multicor,
de fantasias
impossíveis.
A Vida
condicionada
mas sempre
a vida natural.
A Vida
dos passeios,
das correrias,
de oração,
de descrença,
do beijo,
do adeus
e de lágrimas
na despedida.
A Vida
do músico,
do operário,
do vagabundo.
A Vida
acompanhada
ou sozinha.
A Vida
de aventuras
e de trabalho,
da melancolia
e de alegria.
A Vida
que não retorna:
- Passa.
Que não deixa
marcas
e renasce para a eternidade.
A Vida
em que vivemos
doada pelo criador.
A Vida
que não passa
de uma Janela para o Sol.
o vento
fez nascer a Vida.
A Vida do homem,
do pássaro que canta,
do filhote
que procura cegamente
sua mãe,
do riacho
que corre pelas matas.
A Vida
do silêncio
de espiríto,
da melodia
da natureza,
do despertar
na certeza
de encontrar
a felicidade.
A felicidade
ora longe,
ora tão perto
A Vida
feita de momentos,
em pedaços,
como quebra-cabeças.
A Vida
em forma de tabernáculo,
de joelhos inchados,
suplicando o perdão.
A Vida
dos sorrisos,
de esperanças,
de trevas
e de luz,
de sonhos
e desespero.
A Vida
cheia de discórdias,
cheia de uniões.
A Vida
multicor,
de fantasias
impossíveis.
A Vida
condicionada
mas sempre
a vida natural.
A Vida
dos passeios,
das correrias,
de oração,
de descrença,
do beijo,
do adeus
e de lágrimas
na despedida.
A Vida
do músico,
do operário,
do vagabundo.
A Vida
acompanhada
ou sozinha.
A Vida
de aventuras
e de trabalho,
da melancolia
e de alegria.
A Vida
que não retorna:
- Passa.
Que não deixa
marcas
e renasce para a eternidade.
A Vida
em que vivemos
doada pelo criador.
A Vida
que não passa
de uma Janela para o Sol.
DEVANEIOS
Uma imagem,
um ponto de partida,
veio em sonhos
em névoas.
Um dia de sol,
um dia de chuva,
lembranças passantes
ante aos meus olhos,
ante a minha mente.
Sentimentos fortes,
no coração.
Um dia de luz,
dia de pensamentos,
cheios de vida,
de momentos.
Mundo
de nossas
lembranças.
(Isabel Ienczak - 87)
um ponto de partida,
veio em sonhos
em névoas.
Um dia de sol,
um dia de chuva,
lembranças passantes
ante aos meus olhos,
ante a minha mente.
Sentimentos fortes,
no coração.
Um dia de luz,
dia de pensamentos,
cheios de vida,
de momentos.
Mundo
de nossas
lembranças.
(Isabel Ienczak - 87)
PENSAMENTO II
Enquanto
fico
tão só
nesta fala,
meus
pensamentos
tomam
os minutos
que
se vão
rápidos.
(Isabel Ienczak - 87)
fico
tão só
nesta fala,
meus
pensamentos
tomam
os minutos
que
se vão
rápidos.
(Isabel Ienczak - 87)
MÚSICA
Música...
Quando ouço
esta melodia,
toca profundamente
meu coração.
Fecho os meus olhos
e imagino cenas:
pessoas e
lugares.
O som do piano,
transporta minh'alma
para bem longe
do tempo.
E danço feito criança,
tão feliz,
emocionada
por voltar.
Saudade!
Trouxe até mim
esta música,
esta melodia.
E chorei.
Chorei muito.
(Isabel Ienczak - 86)
Quando ouço
esta melodia,
toca profundamente
meu coração.
Fecho os meus olhos
e imagino cenas:
pessoas e
lugares.
O som do piano,
transporta minh'alma
para bem longe
do tempo.
E danço feito criança,
tão feliz,
emocionada
por voltar.
Saudade!
Trouxe até mim
esta música,
esta melodia.
E chorei.
Chorei muito.
(Isabel Ienczak - 86)
AO TEU LADO
Suavisa
minh'alma
com teu carinho.
Aplaque
o meu coração
com o teu beijo.
Nessa minha ânsia
de amar,
aconchegando-me
a ti.
E viver feliz,
intensamente,
ao teu lado!
(Isabel Ienczak - 87)
minh'alma
com teu carinho.
Aplaque
o meu coração
com o teu beijo.
Nessa minha ânsia
de amar,
aconchegando-me
a ti.
E viver feliz,
intensamente,
ao teu lado!
(Isabel Ienczak - 87)
PENSAMENTO
Muito longe
o meu pensamento
está.
As lembranças
giram
entorno de mim,
como rodas
de ciranda.
E não as vejo
em imagens,
mas eu as sinto
perto,
gritando
silenciosas.
E eu,
não consigo
apagá-las de vez.
(Isabel Ienczak - 87)
o meu pensamento
está.
As lembranças
giram
entorno de mim,
como rodas
de ciranda.
E não as vejo
em imagens,
mas eu as sinto
perto,
gritando
silenciosas.
E eu,
não consigo
apagá-las de vez.
(Isabel Ienczak - 87)
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
PROMESSA
Prometa-me,
amor,
nunca longe de mim
estar.
Prometa-me,
abraçar-me,
a meia luz,
acariciando-me
enquanto sonho.
Prometa-me,
refugiar-me
em teu peito,
suspirando
ante aos teus beijos
ardentes.
Prometa-me,
estar
em teus pensamentos,
arrastar-me
em tuas fantasias.
Prometa-me,
ser feliz
contigo.
Amar-me
todos os dias,
para sempre...
...sempre.
(Isabel Ienczak -87)
amor,
nunca longe de mim
estar.
Prometa-me,
abraçar-me,
a meia luz,
acariciando-me
enquanto sonho.
Prometa-me,
refugiar-me
em teu peito,
suspirando
ante aos teus beijos
ardentes.
Prometa-me,
estar
em teus pensamentos,
arrastar-me
em tuas fantasias.
Prometa-me,
ser feliz
contigo.
Amar-me
todos os dias,
para sempre...
...sempre.
(Isabel Ienczak -87)
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
RELEMBRANDO
Ocorreu
em retornarmos
àquele lugar.
Caminhar em ruas,
onde juntos
passeávamos.
Ainda consigo
sentir a brisa
da noite.
Flores roubadas,
sonhos compartilhados
e mãos entrelaçadas.
Acho que ainda
estamos lá.
O desejo tão forte,
tão nosso!
(Isabel Ienczak)
em retornarmos
àquele lugar.
Caminhar em ruas,
onde juntos
passeávamos.
Ainda consigo
sentir a brisa
da noite.
Flores roubadas,
sonhos compartilhados
e mãos entrelaçadas.
Acho que ainda
estamos lá.
O desejo tão forte,
tão nosso!
(Isabel Ienczak)
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
FILHOS

Filhos!
Como viver sem eles?
Todos juntos:
uma bagunça!
A casa vazia:
a falta!
Sem eles:
o silêncio!
Preenchem a vida,
o coração.
Fraternal sentimento!
Pensamentos neles,
eu guia,
sem ser vista.
Rejuvenescem!
Preocupação...
...sempre!
O que há de se fazer?
Filhos!
Sempre juntos,
em pensamento,
ou aqui
e agora,
onde for.
Pedacinhos
de mim!
Filhos!
Filhos meus,
sempre guardados
no peito.
Beijos:
imaginários
ou não.
Abraços mil,
soltos,
caminhantes,
conquistadores...
...batalhadores!
Filhos!
Sempre filhos!
Juntos:
uma bagunça.
Sem eles:
um vazio!
Como viver sem eles?
Todos juntos:
uma bagunça!
A casa vazia:
a falta!
Sem eles:
o silêncio!
Preenchem a vida,
o coração.
Fraternal sentimento!
Pensamentos neles,
eu guia,
sem ser vista.
Rejuvenescem!
Preocupação...
...sempre!
O que há de se fazer?
Filhos!
Sempre juntos,
em pensamento,
ou aqui
e agora,
onde for.
Pedacinhos
de mim!
Filhos!
Filhos meus,
sempre guardados
no peito.
Beijos:
imaginários
ou não.
Abraços mil,
soltos,
caminhantes,
conquistadores...
...batalhadores!
Filhos!
Sempre filhos!
Juntos:
uma bagunça.
Sem eles:
um vazio!
(Isabel Ienczak)
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
CHUVA II
Meia noite
e quarenta e dois minutos.
Esta chovendo
e o som da chuva
nos telhados e árvores,
faz-me lembrar de uma época
em que gostava
de ouvir os barulhos
por ela provocados .
Fascinação,
pelo seu mistério,
minha nostalgia
e sonhos nela.
E assim,
como agora,
o meu sono
era embalado,
até adormecer...
...completamente...
(Isabel Ienczak)
e quarenta e dois minutos.
Esta chovendo
e o som da chuva
nos telhados e árvores,
faz-me lembrar de uma época
em que gostava
de ouvir os barulhos
por ela provocados .
Fascinação,
pelo seu mistério,
minha nostalgia
e sonhos nela.
E assim,
como agora,
o meu sono
era embalado,
até adormecer...
...completamente...
(Isabel Ienczak)
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