Lua cheia
Brilhante céu,
tua mão na minha.
Fogos de alegria
tinge em multicores,
Um beijo teu em promessa.
Perto de ti estou
serenamente apaixonada,
fortemente me abraças.
(Isabel Ienczak)
(Óleo sobre tela-Isabel Ienczak 2001)
Meu canto para ler e escrever!
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
sábado, 22 de dezembro de 2012
CONTORNOS DA VIDA
Eu tenho a certeza
De que não deveria
estar aqui.
Tenho a arte
em minhas mãos
e a poesia no coração.
Sou das estrelas.
Do bucólico lugar
De campos verdes-romântico.
Há o amor
Em meus lábios
E o desejo ardente no corpo.
Não,
Não,
Não sou daqui.
Sou além
Tranquilo e
Pleno lugar.
(Isabel Ienczak)
De que não deveria
estar aqui.
Tenho a arte
em minhas mãos
e a poesia no coração.
Sou das estrelas.
Do bucólico lugar
De campos verdes-romântico.
Há o amor
Em meus lábios
E o desejo ardente no corpo.
Não,
Não,
Não sou daqui.
Sou além
Tranquilo e
Pleno lugar.
(Isabel Ienczak)
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
OLHAR
Ardor meu
no olhar que
me avista.
Beijo paixão
Solto no ar.
Abraço
em pensamento,
meu querer
em sonho.
(Isabel Ienczak)
no olhar que
me avista.
Beijo paixão
Solto no ar.
Abraço
em pensamento,
meu querer
em sonho.
(Isabel Ienczak)
LIVRES LETRAS SOLTAS
Livre: Aqui sou eu.
Desprendo a qualquer pergunta
e espero respostas.
Letras: Tenho que escrever
porque escrever
salva*
Soltas: A imaginação corre,
tiro-me da angústia
e livro-me da ausência.
(Isabel Ienczak)
*analogia à Clarice Lispector
Desprendo a qualquer pergunta
e espero respostas.
Letras: Tenho que escrever
porque escrever
salva*
Soltas: A imaginação corre,
tiro-me da angústia
e livro-me da ausência.
(Isabel Ienczak)
*analogia à Clarice Lispector
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
CONTER
Não disseste nada,
Nem despedida.
- Puerilidade.
Coisas do pensar,
Exibindo sem se abalar
A maneira de um possuidor.
Faz-me perceber,
Que não há o que fazer
Silencio também.
(Isabel Ienczak)
Nem despedida.
- Puerilidade.
Coisas do pensar,
Exibindo sem se abalar
A maneira de um possuidor.
Faz-me perceber,
Que não há o que fazer
Silencio também.
(Isabel Ienczak)
ÁRVORE MORTA
A árvore está morta!
Não, não está.
Ela não deixou de viver.
Os pássaros ainda cantam nela.
Ela sucumbiu-se em desatino.
Ainda em seu talo,
Corre-lhe a seiva
onde mergulha seu sonho.
Em sono profundo
sem tempo a despertar.
Mesmo na fuga,
Ela está alí.
Aquieta-se
em sua firmeza.
Sabe-se lá,
ouvindo tudo que é dito.
(Isabel Ienczak)
Não, não está.
Ela não deixou de viver.
Os pássaros ainda cantam nela.
Ela sucumbiu-se em desatino.
Ainda em seu talo,
Corre-lhe a seiva
onde mergulha seu sonho.
Em sono profundo
sem tempo a despertar.
Mesmo na fuga,
Ela está alí.
Aquieta-se
em sua firmeza.
Sabe-se lá,
ouvindo tudo que é dito.
(Isabel Ienczak)
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