Morangos!
Morangos Vermelhos.
Aroma tentação.
Que Delícia!
Morangos!
Morangos Com creme doce.
Risos
em lábios carmim!
Morangos!
Morangos Com chocolate.
Derretendo lentamente.
Dando Água na boca!
Morangos!
Morangos Sabor de beijo.
Devagarinho.
Assim, Como eu gosto!
(Isabel Ienczak)
(Óleo sobre tela-Isabel Ienczak 2001)
Meu canto para ler e escrever!
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
sábado, 29 de outubro de 2011
MENINO ANJO
Ontem,
ao adormecer,
pedi:
Quero viajar em minhas lembranças!
Não demorei muito
e lá estava eu,
de volta ao lugar querido.
E eis quem eu vejo primeiro?
O menino anjo!
Olhos azuis expressivos,
de cabelos loiros em caracóis.
Tranquilo atrás de um balcão.
E esta tranquilidade,
eu não entendia.
O Menino Anjo
parecia, mas não era devagar,
mas tranquilo, sim,
tranquilo.
E eu,
ao voltar,
compreendi,
que o Menino Anjo
tinha razão:
Para que tanta pressa?
(Isabel Ienczak)
ao adormecer,
pedi:
Quero viajar em minhas lembranças!
Não demorei muito
e lá estava eu,
de volta ao lugar querido.
E eis quem eu vejo primeiro?
O menino anjo!
Olhos azuis expressivos,
de cabelos loiros em caracóis.
Tranquilo atrás de um balcão.
E esta tranquilidade,
eu não entendia.
O Menino Anjo
parecia, mas não era devagar,
mas tranquilo, sim,
tranquilo.
E eu,
ao voltar,
compreendi,
que o Menino Anjo
tinha razão:
Para que tanta pressa?
(Isabel Ienczak)
POESIA
A poesia
não é de si.
A poesia
é de todos.
Seria egoismo
escrever
para uma só pessoa.
As emoções
são de todos,
e as palavras são delas.
Escrever aqui
é libertação,
é felicidade,
é devaneios,
às vezes, lágrimas.
Então
eu me pergunto,
De quem?
De quem seja,
porque não é de
ninguém.
É para todos.
Um afeto íntimo,
de corações
e almas!
(Isabel Ienczak )
não é de si.
A poesia
é de todos.
Seria egoismo
escrever
para uma só pessoa.
As emoções
são de todos,
e as palavras são delas.
Escrever aqui
é libertação,
é felicidade,
é devaneios,
às vezes, lágrimas.
Então
eu me pergunto,
De quem?
De quem seja,
porque não é de
ninguém.
É para todos.
Um afeto íntimo,
de corações
e almas!
(Isabel Ienczak )
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
PERGUNTO...E A RESPOSTA?
Qual é
a sua tristeza?
Quem ela é?
O que a faz surgir?
Por que ela chegou?
Qual é
a tristeza de tantos?
Quem é ela?
Por que surgiu?
(Isabel Ienczak)
a sua tristeza?
Quem ela é?
O que a faz surgir?
Por que ela chegou?
Qual é
a tristeza de tantos?
Quem é ela?
Por que surgiu?
(Isabel Ienczak)
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
EU ME QUESTIONO
Eu me questiono:
Por quê?
Há algo de errado.
Estou errando.
Mas olho
aos céus,
pedindo ajuda.
e não sei
se há cegueira,
assim,
não vejo nada.
Eu me angustio.
Sonhos,
se foram?
Qual o recado Divino?
Sem resposta.
Será?
Investigo em mim,
investigo
aqui fora,
e nada.
Nada.
Tenho impaciência.
Esperando
respostas em prontidão.
Mas, o que chega até mim,
chega lentamente.
Chegam em provas,
que eu tenho que passar.
(Isabel Ienczak)
Por quê?
Há algo de errado.
Estou errando.
Mas olho
aos céus,
pedindo ajuda.
e não sei
se há cegueira,
assim,
não vejo nada.
Eu me angustio.
Sonhos,
se foram?
Qual o recado Divino?
Sem resposta.
Será?
Investigo em mim,
investigo
aqui fora,
e nada.
Nada.
Tenho impaciência.
Esperando
respostas em prontidão.
Mas, o que chega até mim,
chega lentamente.
Chegam em provas,
que eu tenho que passar.
(Isabel Ienczak)
domingo, 9 de outubro de 2011
DÊ-ME
Dê-me o seu amor.
Seu doce amor.
E aceite do jeito
que eu sou.
E me leve por aí,
sem pensar,
somente ir,
vivendo
sob a Luz de nós.
Dê-me o seu amor.
E faça de mim,
o seu anjo protetor.
Mas seja,
também o meu.
E sempre,
dia a dia,
estejamos perto,
um do outro.
Em caminhos mais brandos.
Aceite,
do jeito que eu sou.
E me leve por aí,
sabendo desta felicidade,
que é te amar.
(Isabel Ienczak)
Seu doce amor.
E aceite do jeito
que eu sou.
E me leve por aí,
sem pensar,
somente ir,
vivendo
sob a Luz de nós.
Dê-me o seu amor.
E faça de mim,
o seu anjo protetor.
Mas seja,
também o meu.
E sempre,
dia a dia,
estejamos perto,
um do outro.
Em caminhos mais brandos.
Aceite,
do jeito que eu sou.
E me leve por aí,
sabendo desta felicidade,
que é te amar.
(Isabel Ienczak)
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
CHOVENDO OUTRA VEZ
Tarde fria,
final do dia.
Abro a cortina,
Vejo a chuva caindo.
Gotas na janela.
Hora de esperar.
Esperar...
Chuva, chuva, chuva
outra vez...
Olho à sala
de jantar.
De quem a vê
pela última vez.
Paredes verdes
o cheiro do molhado
vindo lá de fora.
Chuva, chuva, chuva...
outra vez...
Debruço sobre a janela,
e lentamente
levo meu rosto sobre
os braços.
Inclinando o olhar
ao infinito.
Sonhando...
Gente passando,
mas não você.
Por quê será?
Chuva, chuva, chuva
outra vez...
O tempo se indo,
Chuva caindo,
molhando,
e eu aqui
pensando.
que talvez entre
os guarda-chuvas
de cor preta
possa ser você...
E assim chovendo,
outra vez...
(Isabel Ienczak)
final do dia.
Abro a cortina,
Vejo a chuva caindo.
Gotas na janela.
Hora de esperar.
Esperar...
Chuva, chuva, chuva
outra vez...
Olho à sala
de jantar.
De quem a vê
pela última vez.
Paredes verdes
o cheiro do molhado
vindo lá de fora.
Chuva, chuva, chuva...
outra vez...
Debruço sobre a janela,
e lentamente
levo meu rosto sobre
os braços.
Inclinando o olhar
ao infinito.
Sonhando...
Gente passando,
mas não você.
Por quê será?
Chuva, chuva, chuva
outra vez...
O tempo se indo,
Chuva caindo,
molhando,
e eu aqui
pensando.
que talvez entre
os guarda-chuvas
de cor preta
possa ser você...
E assim chovendo,
outra vez...
(Isabel Ienczak)
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