Construo meus sonhos,
todos os dias.
Eu os imagino
em seus mais simples
detalhes.
Mas eles não duram
mais que um dia.
Uma "tempestade" chega
e os derrubam
sem piedade.
E no meu esforço,
volto a erguê-los
na esperança
de que me sobre tempo
para trazê-los a firmeza
como abrigos
em alvenarias de pedras.
E nessa luta
constante,
dia após dia,
vou guerreando
com tufões fortes
e incessantes.
Resistindo ao desânimo,
recomeçando tudo de novo
como se fossem
Castelos de areia!
(Isabel Ienczak)
(Óleo sobre tela-Isabel Ienczak 2001)
Meu canto para ler e escrever!
sexta-feira, 29 de julho de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
A MÚSICA
Está ouvindo
a música?
Ela vem
de longe.
Som sereno
que acalenta
as almas.
Está ouvindo
a música?
Ela
nos é conhecida.
Outrora
fez parte de nós.
E a esquecemos.
Porque,
nesses nossos
caminhos ,
perdemos
o sentido
para ouví-la.
Está ouvindo
a música?
Ela veio até nós.
Chance
de reviver
do que nos foi
privado.
Doce toque,
dançando em notas.
Serenamente.
Está ouvindo
a música?
Ela
veio nos buscar!
(Isabel Ienczak)
a música?
Ela vem
de longe.
Som sereno
que acalenta
as almas.
Está ouvindo
a música?
Ela
nos é conhecida.
Outrora
fez parte de nós.
E a esquecemos.
Porque,
nesses nossos
caminhos ,
perdemos
o sentido
para ouví-la.
Está ouvindo
a música?
Ela veio até nós.
Chance
de reviver
do que nos foi
privado.
Doce toque,
dançando em notas.
Serenamente.
Está ouvindo
a música?
Ela
veio nos buscar!
(Isabel Ienczak)
sexta-feira, 22 de julho de 2011
QUEIRA-ME?
Queira-me?
Sim e não.
Queira-me
assim:
sem um destino,
ou sonhos.
Amarras
que machucam
os punhos.
Mãos
pousadas no ar.
Sem tocar.
Queira-me?
Por um breve
beijo,
e dele,
se desfazer
em retraimento.
Queira-me?
Apenas
por um abraço,
lacônico,
desmanchando-se
feito poeira.
Com a certeza
de que amanhã
tudo se refaz
de novo.
(Isabel Ienczak)
Sim e não.
Queira-me
assim:
sem um destino,
ou sonhos.
Amarras
que machucam
os punhos.
Mãos
pousadas no ar.
Sem tocar.
Queira-me?
Por um breve
beijo,
e dele,
se desfazer
em retraimento.
Queira-me?
Apenas
por um abraço,
lacônico,
desmanchando-se
feito poeira.
Com a certeza
de que amanhã
tudo se refaz
de novo.
(Isabel Ienczak)
AQUELE DIA
Eu já te falei,
que sinto saudades
de nós.
E ela surge,
assim do nada.
Relances de imagens
que parecem
ser reais.
Segundos
do revivendo.
E,
quando percebo
o tempo,
do geito
que ele corre,
eu me assusto.
Não pode ser!
Pensei
que a minutos
atrás,
eu tinha te visto.
Com o seu guarda-chuvas
de cor preta,
sorrindo
em minha direção.
E percebi
sua felicidade.
Gestos
de quem está
apaixonado.
Naquele momento,
soube então,
que meu coração
é teu!
(Isabel Ienczak - 83)
que sinto saudades
de nós.
E ela surge,
assim do nada.
Relances de imagens
que parecem
ser reais.
Segundos
do revivendo.
E,
quando percebo
o tempo,
do geito
que ele corre,
eu me assusto.
Não pode ser!
Pensei
que a minutos
atrás,
eu tinha te visto.
Com o seu guarda-chuvas
de cor preta,
sorrindo
em minha direção.
E percebi
sua felicidade.
Gestos
de quem está
apaixonado.
Naquele momento,
soube então,
que meu coração
é teu!
(Isabel Ienczak - 83)
quarta-feira, 20 de julho de 2011
JULGAMENTO
Julgaste,
apenas com o olhar.
Mas não o olhar
que vem do coração.
Mas o superficial,
sem compreender.
Condenando.
Tão fácil assim,
Quase com dedo
em riste.
Apontando sem ver.
E na falha
do pensamento,
te traís-te.
Uma pergunta
bastava,
Sê a dúvida?
Uma pergunta,
somente.
Pois ante,
a qualquer comentário,
o engano ronda
e assola.
(Isabel Ienczak)
apenas com o olhar.
Mas não o olhar
que vem do coração.
Mas o superficial,
sem compreender.
Condenando.
Tão fácil assim,
Quase com dedo
em riste.
Apontando sem ver.
E na falha
do pensamento,
te traís-te.
Uma pergunta
bastava,
Sê a dúvida?
Uma pergunta,
somente.
Pois ante,
a qualquer comentário,
o engano ronda
e assola.
(Isabel Ienczak)
segunda-feira, 18 de julho de 2011
PENSAMENTOS
Noite calma.
Chuva esparsa.
Brilham como cristais,
as luzes da ponte
e refletem n'água
como diamantes.
Da janela próxima
uma pessoa a olhar.
Copo de vinho
a mesa.
Pensamentos.
O que se passa na mente?
Qual o seu querer?
Poderá dizer?
Garrafa vazia.
Noite indo,
outro dia
vindo.
Pensamentos?
Só ela quem sabe...
(Isabel Ienczak)
Chuva esparsa.
Brilham como cristais,
as luzes da ponte
e refletem n'água
como diamantes.
Da janela próxima
uma pessoa a olhar.
Copo de vinho
a mesa.
Pensamentos.
O que se passa na mente?
Qual o seu querer?
Poderá dizer?
Garrafa vazia.
Noite indo,
outro dia
vindo.
Pensamentos?
Só ela quem sabe...
(Isabel Ienczak)
sábado, 16 de julho de 2011
UM BEIJO E UM QUEIJO!
Um beijo
e um queijo!
Um beijo
com sabor,
não precisa
ser este
pode ser
com chocolate
assim
derretido
no canto da boca.
Um beijo
com sabor de morango,
cor vermelha,
paixão!
Um beijo
açúcarado,
doce!
Com gosto de vinho,
desejo!
Inebriante.
Silencioso.
Apreciar
suavemente.
Provar a alma
o coração...
Um beijo
e um
queijo!
Com sabor.
Inesquecível!
(Isabel Ienczak)
e um queijo!
Um beijo
com sabor,
não precisa
ser este
pode ser
com chocolate
assim
derretido
no canto da boca.
Um beijo
com sabor de morango,
cor vermelha,
paixão!
Um beijo
açúcarado,
doce!
Com gosto de vinho,
desejo!
Inebriante.
Silencioso.
Apreciar
suavemente.
Provar a alma
o coração...
Um beijo
e um
queijo!
Com sabor.
Inesquecível!
(Isabel Ienczak)
segunda-feira, 4 de julho de 2011
FRIO
Vento Sul
Frio vento
Vento frio.
Bate a janela
sacode vidraças
redemoinho
som fantasmagórico.
Vento gelado
gente dentro
de casa.
Lua
em forma de banana
céu sem estrelas.
Vento as levou?
Mãos frias
tremendo
Batendo-se o queixo.
Bebida quente
gente
em volta do fogo
Que alegria!
(Isabel Ienczak)
Frio vento
Vento frio.
Bate a janela
sacode vidraças
redemoinho
som fantasmagórico.
Vento gelado
gente dentro
de casa.
Lua
em forma de banana
céu sem estrelas.
Vento as levou?
Mãos frias
tremendo
Batendo-se o queixo.
Bebida quente
gente
em volta do fogo
Que alegria!
(Isabel Ienczak)
Assinar:
Postagens (Atom)