É noite, tenho 8 anos
sou criança inocente.
De passinho em passinho,
não quero acordar ninguém,
vou à janela, abro-a devagarinho.
Inclino meu rosto,
avisto a distância,
brisa fresquinha,
meu pensamento silencioso
e eu aqui quietinha.
Não lembro de ver o futuro,
tão pouco do que já se foi.
Eu estou viajando nela,
debruçada em sonhos
na minha grande janela.
(Isabel Ienczak)
(Óleo sobre tela-Isabel Ienczak 2001)
Meu canto para ler e escrever!
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
QUIMERA
Insolente.
Alegoria da vida.
Turbida.
Aqui agora.
Em instantes desaparece.
Transe.
Seguir caminho.
Abandonar.
Descerrar os olhos.
Mirar-me.
Desmistificar-me.
Amar-me.
Isabel Ienczak
Alegoria da vida.
Turbida.
Aqui agora.
Em instantes desaparece.
Transe.
Seguir caminho.
Abandonar.
Descerrar os olhos.
Mirar-me.
Desmistificar-me.
Amar-me.
Isabel Ienczak
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
O CARTEIRO
Cartas em punho
escritas carinhosas.
Cartas de amor.
Espera ansiosa,
a resposta.
O tempo passando.
Aguardo em silêncio,
coração aos pulos.
O carteiro passa.
Chuva caindo.
Caixa de correio,
ainda vazia.
Cartas em punho,
romantismo...mistério.
Hoje jamais.
(Isabel Ienczak)
escritas carinhosas.
Cartas de amor.
Espera ansiosa,
a resposta.
O tempo passando.
Aguardo em silêncio,
coração aos pulos.
O carteiro passa.
Chuva caindo.
Caixa de correio,
ainda vazia.
Cartas em punho,
romantismo...mistério.
Hoje jamais.
(Isabel Ienczak)
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
QUIETUDE
Som de música
mágica, tranquila.
Pensamentos vem.
Num instante,
repousa o tempo,
e o olhar para trás.
Chuva caindo
Estalidos no telhado,
ruas cálidas.
Sonhos segredados
recolhem-se no íntimo.
Nada perturba.
(Isabel Ienczak)
mágica, tranquila.
Pensamentos vem.
Num instante,
repousa o tempo,
e o olhar para trás.
Chuva caindo
Estalidos no telhado,
ruas cálidas.
Sonhos segredados
recolhem-se no íntimo.
Nada perturba.
(Isabel Ienczak)
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