Bom dia!
Meu Raio de Sol!
que brilhas em meu coração.
Minha esperança de felicidade!
O céu tão azul,
Raios luminosos.
Eu aqui
sob ele,
Sentindo o seu calor.
Aconchego de carinho.
Bom dia!
Meu Raio de Sol,
Sempre.
(Isabel Ienczak)
(Óleo sobre tela-Isabel Ienczak 2001)
Meu canto para ler e escrever!
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
SENSAÇÕES
Fecho os meus olhos
e percebo esses sons
ao meu redor.
Tudo parece
estranho.
Há um motivo,
para cada tempo
ou estação.
Onde os enigmas
de minha mente
continuam.
Que dia!
Tenho que pensar.
Qual a razão deste desejo
em abrir as portas
e traçar outros
caminhos,
trilhas para sentir
algo vivo dentro de mim.
Há uma necessidade
de entrega,
manter os olhos cerrados
e em nada pensar,
apenas experimentar
e viver isto que está em mim.
E então,
os dias e noites
vão passando.
(Isabel Ienczak)
e percebo esses sons
ao meu redor.
Tudo parece
estranho.
Há um motivo,
para cada tempo
ou estação.
Onde os enigmas
de minha mente
continuam.
Que dia!
Tenho que pensar.
Qual a razão deste desejo
em abrir as portas
e traçar outros
caminhos,
trilhas para sentir
algo vivo dentro de mim.
Há uma necessidade
de entrega,
manter os olhos cerrados
e em nada pensar,
apenas experimentar
e viver isto que está em mim.
E então,
os dias e noites
vão passando.
(Isabel Ienczak)
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
MORANGOS
Morangos!
Morangos Vermelhos.
Aroma tentação.
Que Delícia!
Morangos!
Morangos Com creme doce.
Risos
em lábios carmim!
Morangos!
Morangos Com chocolate.
Derretendo lentamente.
Dando Água na boca!
Morangos!
Morangos Sabor de beijo.
Devagarinho.
Assim, Como eu gosto!
(Isabel Ienczak)
Morangos Vermelhos.
Aroma tentação.
Que Delícia!
Morangos!
Morangos Com creme doce.
Risos
em lábios carmim!
Morangos!
Morangos Com chocolate.
Derretendo lentamente.
Dando Água na boca!
Morangos!
Morangos Sabor de beijo.
Devagarinho.
Assim, Como eu gosto!
(Isabel Ienczak)
sábado, 29 de outubro de 2011
MENINO ANJO
Ontem,
ao adormecer,
pedi:
Quero viajar em minhas lembranças!
Não demorei muito
e lá estava eu,
de volta ao lugar querido.
E eis quem eu vejo primeiro?
O menino anjo!
Olhos azuis expressivos,
de cabelos loiros em caracóis.
Tranquilo atrás de um balcão.
E esta tranquilidade,
eu não entendia.
O Menino Anjo
parecia, mas não era devagar,
mas tranquilo, sim,
tranquilo.
E eu,
ao voltar,
compreendi,
que o Menino Anjo
tinha razão:
Para que tanta pressa?
(Isabel Ienczak)
ao adormecer,
pedi:
Quero viajar em minhas lembranças!
Não demorei muito
e lá estava eu,
de volta ao lugar querido.
E eis quem eu vejo primeiro?
O menino anjo!
Olhos azuis expressivos,
de cabelos loiros em caracóis.
Tranquilo atrás de um balcão.
E esta tranquilidade,
eu não entendia.
O Menino Anjo
parecia, mas não era devagar,
mas tranquilo, sim,
tranquilo.
E eu,
ao voltar,
compreendi,
que o Menino Anjo
tinha razão:
Para que tanta pressa?
(Isabel Ienczak)
POESIA
A poesia
não é de si.
A poesia
é de todos.
Seria egoismo
escrever
para uma só pessoa.
As emoções
são de todos,
e as palavras são delas.
Escrever aqui
é libertação,
é felicidade,
é devaneios,
às vezes, lágrimas.
Então
eu me pergunto,
De quem?
De quem seja,
porque não é de
ninguém.
É para todos.
Um afeto íntimo,
de corações
e almas!
(Isabel Ienczak )
não é de si.
A poesia
é de todos.
Seria egoismo
escrever
para uma só pessoa.
As emoções
são de todos,
e as palavras são delas.
Escrever aqui
é libertação,
é felicidade,
é devaneios,
às vezes, lágrimas.
Então
eu me pergunto,
De quem?
De quem seja,
porque não é de
ninguém.
É para todos.
Um afeto íntimo,
de corações
e almas!
(Isabel Ienczak )
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
PERGUNTO...E A RESPOSTA?
Qual é
a sua tristeza?
Quem ela é?
O que a faz surgir?
Por que ela chegou?
Qual é
a tristeza de tantos?
Quem é ela?
Por que surgiu?
(Isabel Ienczak)
a sua tristeza?
Quem ela é?
O que a faz surgir?
Por que ela chegou?
Qual é
a tristeza de tantos?
Quem é ela?
Por que surgiu?
(Isabel Ienczak)
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
EU ME QUESTIONO
Eu me questiono:
Por quê?
Há algo de errado.
Estou errando.
Mas olho
aos céus,
pedindo ajuda.
e não sei
se há cegueira,
assim,
não vejo nada.
Eu me angustio.
Sonhos,
se foram?
Qual o recado Divino?
Sem resposta.
Será?
Investigo em mim,
investigo
aqui fora,
e nada.
Nada.
Tenho impaciência.
Esperando
respostas em prontidão.
Mas, o que chega até mim,
chega lentamente.
Chegam em provas,
que eu tenho que passar.
(Isabel Ienczak)
Por quê?
Há algo de errado.
Estou errando.
Mas olho
aos céus,
pedindo ajuda.
e não sei
se há cegueira,
assim,
não vejo nada.
Eu me angustio.
Sonhos,
se foram?
Qual o recado Divino?
Sem resposta.
Será?
Investigo em mim,
investigo
aqui fora,
e nada.
Nada.
Tenho impaciência.
Esperando
respostas em prontidão.
Mas, o que chega até mim,
chega lentamente.
Chegam em provas,
que eu tenho que passar.
(Isabel Ienczak)
domingo, 9 de outubro de 2011
DÊ-ME
Dê-me o seu amor.
Seu doce amor.
E aceite do jeito
que eu sou.
E me leve por aí,
sem pensar,
somente ir,
vivendo
sob a Luz de nós.
Dê-me o seu amor.
E faça de mim,
o seu anjo protetor.
Mas seja,
também o meu.
E sempre,
dia a dia,
estejamos perto,
um do outro.
Em caminhos mais brandos.
Aceite,
do jeito que eu sou.
E me leve por aí,
sabendo desta felicidade,
que é te amar.
(Isabel Ienczak)
Seu doce amor.
E aceite do jeito
que eu sou.
E me leve por aí,
sem pensar,
somente ir,
vivendo
sob a Luz de nós.
Dê-me o seu amor.
E faça de mim,
o seu anjo protetor.
Mas seja,
também o meu.
E sempre,
dia a dia,
estejamos perto,
um do outro.
Em caminhos mais brandos.
Aceite,
do jeito que eu sou.
E me leve por aí,
sabendo desta felicidade,
que é te amar.
(Isabel Ienczak)
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
CHOVENDO OUTRA VEZ
Tarde fria,
final do dia.
Abro a cortina,
Vejo a chuva caindo.
Gotas na janela.
Hora de esperar.
Esperar...
Chuva, chuva, chuva
outra vez...
Olho à sala
de jantar.
De quem a vê
pela última vez.
Paredes verdes
o cheiro do molhado
vindo lá de fora.
Chuva, chuva, chuva...
outra vez...
Debruço sobre a janela,
e lentamente
levo meu rosto sobre
os braços.
Inclinando o olhar
ao infinito.
Sonhando...
Gente passando,
mas não você.
Por quê será?
Chuva, chuva, chuva
outra vez...
O tempo se indo,
Chuva caindo,
molhando,
e eu aqui
pensando.
que talvez entre
os guarda-chuvas
de cor preta
possa ser você...
E assim chovendo,
outra vez...
(Isabel Ienczak)
final do dia.
Abro a cortina,
Vejo a chuva caindo.
Gotas na janela.
Hora de esperar.
Esperar...
Chuva, chuva, chuva
outra vez...
Olho à sala
de jantar.
De quem a vê
pela última vez.
Paredes verdes
o cheiro do molhado
vindo lá de fora.
Chuva, chuva, chuva...
outra vez...
Debruço sobre a janela,
e lentamente
levo meu rosto sobre
os braços.
Inclinando o olhar
ao infinito.
Sonhando...
Gente passando,
mas não você.
Por quê será?
Chuva, chuva, chuva
outra vez...
O tempo se indo,
Chuva caindo,
molhando,
e eu aqui
pensando.
que talvez entre
os guarda-chuvas
de cor preta
possa ser você...
E assim chovendo,
outra vez...
(Isabel Ienczak)
terça-feira, 13 de setembro de 2011
RESPOSTA
Eu procurei entender
que caminhos
Deus me reservou!
Pois a dor de uma partida,
que carrego dentro de mim,
dói muito.
Mesmo que o tempo,
esses anos todos,
tenham se passado.
A vida,
tenta me fazer esquecer,
que um dia,
eu tinha o meu riso juvenil,
sem medo do futuro.
Mas quando se perde
o alicerce de nosso
viver,
o abraço fraternal,
o que posso eu fazer.
Somente me entristecer
e recordar
a mão que segurava a minha.
O colo que me aguardava,
enquanto correndo
abria os meus pequenos braços,
e num salto
lá estava eu: sorrindo.
Gargalhadas de criança!
Resposta: Saudade.
Saudade dos meus queridos!
(Isabel Ienczak)
que caminhos
Deus me reservou!
Pois a dor de uma partida,
que carrego dentro de mim,
dói muito.
Mesmo que o tempo,
esses anos todos,
tenham se passado.
A vida,
tenta me fazer esquecer,
que um dia,
eu tinha o meu riso juvenil,
sem medo do futuro.
Mas quando se perde
o alicerce de nosso
viver,
o abraço fraternal,
o que posso eu fazer.
Somente me entristecer
e recordar
a mão que segurava a minha.
O colo que me aguardava,
enquanto correndo
abria os meus pequenos braços,
e num salto
lá estava eu: sorrindo.
Gargalhadas de criança!
Resposta: Saudade.
Saudade dos meus queridos!
(Isabel Ienczak)
domingo, 11 de setembro de 2011
CAMINHOS
Procurar
e não encontrar.
Esquecer
e somente esquecer.
Buscar sempre.
Dizer apenas
o adeus
nada mais.
E deixar para trás
as lembranças.
E não tê-las mais
na memória.
A Saudade
sumindo de vez.
A vida
é uma encruzilhada.
Caminhos
que podem não levar
a nada
ou ao pouco
de tudo
Quando se quer o tudo.
Um desencontro.
Tempo
do não existir.
Trilhas
sem direção.
Lugares
onde não se quer
estar.
Promessas.
(Isabel Ienczak)
e não encontrar.
Esquecer
e somente esquecer.
Buscar sempre.
Dizer apenas
o adeus
nada mais.
E deixar para trás
as lembranças.
E não tê-las mais
na memória.
A Saudade
sumindo de vez.
A vida
é uma encruzilhada.
Caminhos
que podem não levar
a nada
ou ao pouco
de tudo
Quando se quer o tudo.
Um desencontro.
Tempo
do não existir.
Trilhas
sem direção.
Lugares
onde não se quer
estar.
Promessas.
(Isabel Ienczak)
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
CHOCOLATE
Aqui estou,
Sozinha pensando.
Abro devagarinho,
um pacote de chocolate.
Cheiro gostoso,
maciez.
Derretendo,
como um carinho,
devagar na boca.
E lembro de momentos.
Em que eu era de luz.
Coisas de crinaça.
Brilho dádiva
de quem me via.
Saboreio
o Chocolate!
Gosto do desejo.
Aroma de martírio.
Eu no retraimento.
Respirando só pensamentos.
(Isabel Ienczak)
Sozinha pensando.
Abro devagarinho,
um pacote de chocolate.
Cheiro gostoso,
maciez.
Derretendo,
como um carinho,
devagar na boca.
E lembro de momentos.
Em que eu era de luz.
Coisas de crinaça.
Brilho dádiva
de quem me via.
Saboreio
o Chocolate!
Gosto do desejo.
Aroma de martírio.
Eu no retraimento.
Respirando só pensamentos.
(Isabel Ienczak)
terça-feira, 9 de agosto de 2011
IMPRESSÕES
Caso eu recorde
dos meus desejos,
é de um dia abrir a janela
e os raios de sol
deixar entrar.
Sentar no peitoril,
ficar alí a sonhar,
escrevendo poesias
do meu geito.
Contando coisas
do meu olhar.
Impressões
que ficam no coração
e eternizam
em minhas lembranças.
E antes que o dia se acabe
ver tudo o que quero ver.
(Isabel Ienczak)
dos meus desejos,
é de um dia abrir a janela
e os raios de sol
deixar entrar.
Sentar no peitoril,
ficar alí a sonhar,
escrevendo poesias
do meu geito.
Contando coisas
do meu olhar.
Impressões
que ficam no coração
e eternizam
em minhas lembranças.
E antes que o dia se acabe
ver tudo o que quero ver.
(Isabel Ienczak)
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
OI
Oi,
digo eu agora.
Oi,
Oi,
Oi!
Sorrindo.
Vale também pelos olhos!
Por que não?
Oi,
Oi,
Oi!
Não precisa se conhecer
Basta a tranquilidade,
A receptividade!
Oi,
Oi,
Oi!
Você percebeu?
Dizer um Oi,
simples assim,
te fez sorrir!
(Isabel Ienczak)
digo eu agora.
Oi,
Oi,
Oi!
Sorrindo.
Vale também pelos olhos!
Por que não?
Oi,
Oi,
Oi!
Não precisa se conhecer
Basta a tranquilidade,
A receptividade!
Oi,
Oi,
Oi!
Você percebeu?
Dizer um Oi,
simples assim,
te fez sorrir!
(Isabel Ienczak)
sábado, 6 de agosto de 2011
SIMPLICIDADE
A estes olhos
que se iluminam,
quando por perto estou.
É como se eu fosse
um anjo
por tal admiração.
O que me aguarda
este meu caminho,
senão querer
um pouquinho
de felicidade?
Quão bom
é andar por aí
e ver semblantes
alegres.
Mas alegres
por apenas ser
o que são
nada mais.
Simplicidade do viver!
Caminhar em passos
iguais,
sincronizados pelo
amanhecer ou
ao entardecer.
E buscam
neste manto
de um azul profundo,
em cada estrela,
um anjo guia.
Sereno
e Acalentador.
E desperte
em nossos corações,
o amor!
(Isabel Ienczak)
que se iluminam,
quando por perto estou.
É como se eu fosse
um anjo
por tal admiração.
O que me aguarda
este meu caminho,
senão querer
um pouquinho
de felicidade?
Quão bom
é andar por aí
e ver semblantes
alegres.
Mas alegres
por apenas ser
o que são
nada mais.
Simplicidade do viver!
Caminhar em passos
iguais,
sincronizados pelo
amanhecer ou
ao entardecer.
E buscam
neste manto
de um azul profundo,
em cada estrela,
um anjo guia.
Sereno
e Acalentador.
E desperte
em nossos corações,
o amor!
(Isabel Ienczak)
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
ORAÇÃO
Bendito seja este lugar
em que repouso minh'álma
com as mãos entrelaçadas
enquanto minhas orações
se elevam neste oráculo.
Bendito seja este sentimento
sublime de paz
no qual rogo a proteção
aos que mais amo.
E peço para eles
que incessantemente
Deus vigie sua morada.
Bendito seja este rosto
que vem em minha mente
em forma de imagem
de um anjo guardião
descido dos céus.
E este silêncio sereno
que acalenta o meu coração.
Bendito seja este lugar sagrado
que eleva o meu espírito
a outras dimensões do Universo.
Onde o divino olha os pecadores
e os perdoam.
Bendito seja este ar que respiro
e inspira a dádiva a minha saúde,
a fonte espiritual.
E me deleito
neste jardim de sonhos
que eterniza minha jovialidade
e solidifica o meu espírito
enquanto, confesso,
quase como murmúrio,
a minha gratidão nesta oração.
(Isabel Ienczak)
em que repouso minh'álma
com as mãos entrelaçadas
enquanto minhas orações
se elevam neste oráculo.
Bendito seja este sentimento
sublime de paz
no qual rogo a proteção
aos que mais amo.
E peço para eles
que incessantemente
Deus vigie sua morada.
Bendito seja este rosto
que vem em minha mente
em forma de imagem
de um anjo guardião
descido dos céus.
E este silêncio sereno
que acalenta o meu coração.
Bendito seja este lugar sagrado
que eleva o meu espírito
a outras dimensões do Universo.
Onde o divino olha os pecadores
e os perdoam.
Bendito seja este ar que respiro
e inspira a dádiva a minha saúde,
a fonte espiritual.
E me deleito
neste jardim de sonhos
que eterniza minha jovialidade
e solidifica o meu espírito
enquanto, confesso,
quase como murmúrio,
a minha gratidão nesta oração.
(Isabel Ienczak)
terça-feira, 2 de agosto de 2011
OUTRO DIA EU ESCREVO DE VERDADE!
Hoje,
prometi que te escreveria algo,
mas as palavras não apareceram.
Seria falta de inspiração?
Não sei.
Só sei que elas surgem do nada,
assim sem precisar.
Talvez semelhante a mim,
derrepente estão elas
sobre o papel,
fluindo sentimentos.
Hoje,
não sei,
o que escrever,
falhas da memória?
Talvez.
Mas talvez seja porque
as palavras viraram imagens
e não sei transformá-las.
Aqui estou,
pensando,
pensando,
somente...
...pensando.
Nada mais...
Isabel Ienczak
prometi que te escreveria algo,
mas as palavras não apareceram.
Seria falta de inspiração?
Não sei.
Só sei que elas surgem do nada,
assim sem precisar.
Talvez semelhante a mim,
derrepente estão elas
sobre o papel,
fluindo sentimentos.
Hoje,
não sei,
o que escrever,
falhas da memória?
Talvez.
Mas talvez seja porque
as palavras viraram imagens
e não sei transformá-las.
Aqui estou,
pensando,
pensando,
somente...
...pensando.
Nada mais...
Isabel Ienczak
sexta-feira, 29 de julho de 2011
CASTELOS DE AREIA
Construo meus sonhos,
todos os dias.
Eu os imagino
em seus mais simples
detalhes.
Mas eles não duram
mais que um dia.
Uma "tempestade" chega
e os derrubam
sem piedade.
E no meu esforço,
volto a erguê-los
na esperança
de que me sobre tempo
para trazê-los a firmeza
como abrigos
em alvenarias de pedras.
E nessa luta
constante,
dia após dia,
vou guerreando
com tufões fortes
e incessantes.
Resistindo ao desânimo,
recomeçando tudo de novo
como se fossem
Castelos de areia!
(Isabel Ienczak)
todos os dias.
Eu os imagino
em seus mais simples
detalhes.
Mas eles não duram
mais que um dia.
Uma "tempestade" chega
e os derrubam
sem piedade.
E no meu esforço,
volto a erguê-los
na esperança
de que me sobre tempo
para trazê-los a firmeza
como abrigos
em alvenarias de pedras.
E nessa luta
constante,
dia após dia,
vou guerreando
com tufões fortes
e incessantes.
Resistindo ao desânimo,
recomeçando tudo de novo
como se fossem
Castelos de areia!
(Isabel Ienczak)
terça-feira, 26 de julho de 2011
A MÚSICA
Está ouvindo
a música?
Ela vem
de longe.
Som sereno
que acalenta
as almas.
Está ouvindo
a música?
Ela
nos é conhecida.
Outrora
fez parte de nós.
E a esquecemos.
Porque,
nesses nossos
caminhos ,
perdemos
o sentido
para ouví-la.
Está ouvindo
a música?
Ela veio até nós.
Chance
de reviver
do que nos foi
privado.
Doce toque,
dançando em notas.
Serenamente.
Está ouvindo
a música?
Ela
veio nos buscar!
(Isabel Ienczak)
a música?
Ela vem
de longe.
Som sereno
que acalenta
as almas.
Está ouvindo
a música?
Ela
nos é conhecida.
Outrora
fez parte de nós.
E a esquecemos.
Porque,
nesses nossos
caminhos ,
perdemos
o sentido
para ouví-la.
Está ouvindo
a música?
Ela veio até nós.
Chance
de reviver
do que nos foi
privado.
Doce toque,
dançando em notas.
Serenamente.
Está ouvindo
a música?
Ela
veio nos buscar!
(Isabel Ienczak)
sexta-feira, 22 de julho de 2011
QUEIRA-ME?
Queira-me?
Sim e não.
Queira-me
assim:
sem um destino,
ou sonhos.
Amarras
que machucam
os punhos.
Mãos
pousadas no ar.
Sem tocar.
Queira-me?
Por um breve
beijo,
e dele,
se desfazer
em retraimento.
Queira-me?
Apenas
por um abraço,
lacônico,
desmanchando-se
feito poeira.
Com a certeza
de que amanhã
tudo se refaz
de novo.
(Isabel Ienczak)
Sim e não.
Queira-me
assim:
sem um destino,
ou sonhos.
Amarras
que machucam
os punhos.
Mãos
pousadas no ar.
Sem tocar.
Queira-me?
Por um breve
beijo,
e dele,
se desfazer
em retraimento.
Queira-me?
Apenas
por um abraço,
lacônico,
desmanchando-se
feito poeira.
Com a certeza
de que amanhã
tudo se refaz
de novo.
(Isabel Ienczak)
AQUELE DIA
Eu já te falei,
que sinto saudades
de nós.
E ela surge,
assim do nada.
Relances de imagens
que parecem
ser reais.
Segundos
do revivendo.
E,
quando percebo
o tempo,
do geito
que ele corre,
eu me assusto.
Não pode ser!
Pensei
que a minutos
atrás,
eu tinha te visto.
Com o seu guarda-chuvas
de cor preta,
sorrindo
em minha direção.
E percebi
sua felicidade.
Gestos
de quem está
apaixonado.
Naquele momento,
soube então,
que meu coração
é teu!
(Isabel Ienczak - 83)
que sinto saudades
de nós.
E ela surge,
assim do nada.
Relances de imagens
que parecem
ser reais.
Segundos
do revivendo.
E,
quando percebo
o tempo,
do geito
que ele corre,
eu me assusto.
Não pode ser!
Pensei
que a minutos
atrás,
eu tinha te visto.
Com o seu guarda-chuvas
de cor preta,
sorrindo
em minha direção.
E percebi
sua felicidade.
Gestos
de quem está
apaixonado.
Naquele momento,
soube então,
que meu coração
é teu!
(Isabel Ienczak - 83)
quarta-feira, 20 de julho de 2011
JULGAMENTO
Julgaste,
apenas com o olhar.
Mas não o olhar
que vem do coração.
Mas o superficial,
sem compreender.
Condenando.
Tão fácil assim,
Quase com dedo
em riste.
Apontando sem ver.
E na falha
do pensamento,
te traís-te.
Uma pergunta
bastava,
Sê a dúvida?
Uma pergunta,
somente.
Pois ante,
a qualquer comentário,
o engano ronda
e assola.
(Isabel Ienczak)
apenas com o olhar.
Mas não o olhar
que vem do coração.
Mas o superficial,
sem compreender.
Condenando.
Tão fácil assim,
Quase com dedo
em riste.
Apontando sem ver.
E na falha
do pensamento,
te traís-te.
Uma pergunta
bastava,
Sê a dúvida?
Uma pergunta,
somente.
Pois ante,
a qualquer comentário,
o engano ronda
e assola.
(Isabel Ienczak)
segunda-feira, 18 de julho de 2011
PENSAMENTOS
Noite calma.
Chuva esparsa.
Brilham como cristais,
as luzes da ponte
e refletem n'água
como diamantes.
Da janela próxima
uma pessoa a olhar.
Copo de vinho
a mesa.
Pensamentos.
O que se passa na mente?
Qual o seu querer?
Poderá dizer?
Garrafa vazia.
Noite indo,
outro dia
vindo.
Pensamentos?
Só ela quem sabe...
(Isabel Ienczak)
Chuva esparsa.
Brilham como cristais,
as luzes da ponte
e refletem n'água
como diamantes.
Da janela próxima
uma pessoa a olhar.
Copo de vinho
a mesa.
Pensamentos.
O que se passa na mente?
Qual o seu querer?
Poderá dizer?
Garrafa vazia.
Noite indo,
outro dia
vindo.
Pensamentos?
Só ela quem sabe...
(Isabel Ienczak)
sábado, 16 de julho de 2011
UM BEIJO E UM QUEIJO!
Um beijo
e um queijo!
Um beijo
com sabor,
não precisa
ser este
pode ser
com chocolate
assim
derretido
no canto da boca.
Um beijo
com sabor de morango,
cor vermelha,
paixão!
Um beijo
açúcarado,
doce!
Com gosto de vinho,
desejo!
Inebriante.
Silencioso.
Apreciar
suavemente.
Provar a alma
o coração...
Um beijo
e um
queijo!
Com sabor.
Inesquecível!
(Isabel Ienczak)
e um queijo!
Um beijo
com sabor,
não precisa
ser este
pode ser
com chocolate
assim
derretido
no canto da boca.
Um beijo
com sabor de morango,
cor vermelha,
paixão!
Um beijo
açúcarado,
doce!
Com gosto de vinho,
desejo!
Inebriante.
Silencioso.
Apreciar
suavemente.
Provar a alma
o coração...
Um beijo
e um
queijo!
Com sabor.
Inesquecível!
(Isabel Ienczak)
segunda-feira, 4 de julho de 2011
FRIO
Vento Sul
Frio vento
Vento frio.
Bate a janela
sacode vidraças
redemoinho
som fantasmagórico.
Vento gelado
gente dentro
de casa.
Lua
em forma de banana
céu sem estrelas.
Vento as levou?
Mãos frias
tremendo
Batendo-se o queixo.
Bebida quente
gente
em volta do fogo
Que alegria!
(Isabel Ienczak)
Frio vento
Vento frio.
Bate a janela
sacode vidraças
redemoinho
som fantasmagórico.
Vento gelado
gente dentro
de casa.
Lua
em forma de banana
céu sem estrelas.
Vento as levou?
Mãos frias
tremendo
Batendo-se o queixo.
Bebida quente
gente
em volta do fogo
Que alegria!
(Isabel Ienczak)
sexta-feira, 24 de junho de 2011
SAUDADE II
Saudade,
Saudade!
Saudade
que entristece,
não sei o porquê,
mas ela está lá.
Vazio,
Vazio!
(Isabel Ienczak)
Saudade!
Saudade
que entristece,
não sei o porquê,
mas ela está lá.
Vazio,
Vazio!
(Isabel Ienczak)
sábado, 18 de junho de 2011
SAUDADE
Vivo da saudade!
E,
na saudade,
resgato minha jovialidade.
Estado do ser feliz,
viagem no tempo,
trilhos
para o passado.
Amor platônico.
Amor tocado.
Passeios de bicicleta.
Caminhos a pé.
Sons,
aromas,
silêncio.
Tardinhas chegando.
Chuva fina.
Sol escaldante,
vento ligeiro.
Abraços
em noites estreladas.
enigmas
em tempestades.
Banhos de mar,
flutuando nas ondas.
Segredos,
segredos,
não tão secretos assim!
Saudade,
saudade...
...saudade.
Saudade a vista.
Longo caminho
de volta.
Fôlego
para chegar.
Mais rápido.
É só fechar os olhos,
e lá vou,
viajando
com asas invisíveis.
(Isabel Ienczak)
E,
na saudade,
resgato minha jovialidade.
Estado do ser feliz,
viagem no tempo,
trilhos
para o passado.
Amor platônico.
Amor tocado.
Passeios de bicicleta.
Caminhos a pé.
Sons,
aromas,
silêncio.
Tardinhas chegando.
Chuva fina.
Sol escaldante,
vento ligeiro.
Abraços
em noites estreladas.
enigmas
em tempestades.
Banhos de mar,
flutuando nas ondas.
Segredos,
segredos,
não tão secretos assim!
Saudade,
saudade...
...saudade.
Saudade a vista.
Longo caminho
de volta.
Fôlego
para chegar.
Mais rápido.
É só fechar os olhos,
e lá vou,
viajando
com asas invisíveis.
(Isabel Ienczak)
sexta-feira, 17 de junho de 2011
FINAL DE TARDE: CHUVA
Veio a chuva
insperadamente.
Inesperadamente,
pensamentos também
chegaram.
Chuva,
banho de chuva.
lembranças,
jeito de criança.
Tudo tão simples,
fácil de imaginar.
Frescor,
Beijos do céu
em gotas.
Fortalecendo
o corpo cansado.
Muito mais,
pensamentos
voltados
a uma certa afeição.
Quem dera
poder escolher
ao lado
a quem acompanhar!
Fim de tarde
com banho de chuva.
Chegando
aonde deve-se chegar.
E a chuva
sem cessar.
(Isabel Ienczak)
insperadamente.
Inesperadamente,
pensamentos também
chegaram.
Chuva,
banho de chuva.
lembranças,
jeito de criança.
Tudo tão simples,
fácil de imaginar.
Frescor,
Beijos do céu
em gotas.
Fortalecendo
o corpo cansado.
Muito mais,
pensamentos
voltados
a uma certa afeição.
Quem dera
poder escolher
ao lado
a quem acompanhar!
Fim de tarde
com banho de chuva.
Chegando
aonde deve-se chegar.
E a chuva
sem cessar.
(Isabel Ienczak)
quarta-feira, 15 de junho de 2011
PRIMEIRO BEIJO

Um Beijo
apenas um Beijo!
Não!
Não um Beijo qualquer.
Um Beijo
devagarinho,
quase sem tocar.
Um beijo chegando,
de mansinho,
sem querer,
mas desejando.
Aproximando,
encontro do olhar.
Sem pressa.
Com cuidado.
Nossas almas
ali,
só elas,
nada além.
Calor dos lábios,
com ternura.
Extasiados,
com carinho.
Corações
tão próximos.
Batidas,
descompassadas.
O Beijo,
O Primeiro Beijo,
Aqui
no teu,
em meus lábios.
Doce lembrança!
(Isabel Ienczak - 83)
terça-feira, 14 de junho de 2011
MÚSICA
A música...
O Olhar diz,
quando tem a música
no coração.
A melodia,
há que admitir,
envolve,
desprendendo,
de mim mesma.
Até tocar o céu.
É o que faz feliz.
E pareço não estar aqui.
Longe,
Longe vou.
Tendo tudo.
Dançando
em pensamentos.
Livre,
Livre.
Sorrindo...
Nada mais.
(Isabel Ienczak)
O Olhar diz,
quando tem a música
no coração.
A melodia,
há que admitir,
envolve,
desprendendo,
de mim mesma.
Até tocar o céu.
É o que faz feliz.
E pareço não estar aqui.
Longe,
Longe vou.
Tendo tudo.
Dançando
em pensamentos.
Livre,
Livre.
Sorrindo...
Nada mais.
(Isabel Ienczak)
segunda-feira, 13 de junho de 2011
PENSEI
Pensei
em nunca mais
escrever.
Mas
aqui está
um pouco de mim,
um pouco
de alguma coisa,
ou alguma coisa
de tudo de mim.
Então,
como posso deixar,
o pouco,
o alguma,
ou tudo de mim.
Como posso,
deixar-me no vazio
sem palavras,
sem sentir.
Sou sentimentos,
loucura
de minha garganta,
voz que sai
às vezes,
quase sempre,
sem pensar,
pensando.
Pensarei
que "calar-me"
é morrer.
E falar
sem gritar
é escrever.
Sempre.
Nasci assim.
(Isabel Ienczak)
em nunca mais
escrever.
Mas
aqui está
um pouco de mim,
um pouco
de alguma coisa,
ou alguma coisa
de tudo de mim.
Então,
como posso deixar,
o pouco,
o alguma,
ou tudo de mim.
Como posso,
deixar-me no vazio
sem palavras,
sem sentir.
Sou sentimentos,
loucura
de minha garganta,
voz que sai
às vezes,
quase sempre,
sem pensar,
pensando.
Pensarei
que "calar-me"
é morrer.
E falar
sem gritar
é escrever.
Sempre.
Nasci assim.
(Isabel Ienczak)
sábado, 4 de junho de 2011
ERAS TU!
Eras tu.
Quem me levava o sol
todos os dias.
Brilho em meu
caminho.
Eras tu.
Sonho dos meus
sonhos.
Luz de esperança
em minh'alma.
Ao te ver:
Sorriso constante
em meus lábios.
Eras tu.
Que me acalentava
em manhãs
e noites.
Sopro de vento
à janela.
Frescor
aos dias quentes.
Ternura
em dias frios.
Eras tu,
Único
em meu coração,
onde a saudade
pulsava,
ao te esperar,
ao te ver.
Eras tu,
somente tu.
(Isabel Ienczak - 84)
Quem me levava o sol
todos os dias.
Brilho em meu
caminho.
Eras tu.
Sonho dos meus
sonhos.
Luz de esperança
em minh'alma.
Ao te ver:
Sorriso constante
em meus lábios.
Eras tu.
Que me acalentava
em manhãs
e noites.
Sopro de vento
à janela.
Frescor
aos dias quentes.
Ternura
em dias frios.
Eras tu,
Único
em meu coração,
onde a saudade
pulsava,
ao te esperar,
ao te ver.
Eras tu,
somente tu.
(Isabel Ienczak - 84)
sexta-feira, 27 de maio de 2011
NÓ NO GARGANTA
Minh'alma
Minhas sensações.
Meu coração partido.
Minha mente
repleta de indagações,
Dúvidas nas emoções.
Ser única,
apenas.
Caminhos desencontrados,
errantes.
Sintonia em silêncio.
Olhos em lágrimas!
Fuga,
em desespero.
Sonhos esvaindo.
Amor definhando.
Sofrimento.
Prisão sem correntes.
Dor.
Nó na garganta.
(Isabel Ienczak)
Minhas sensações.
Meu coração partido.
Minha mente
repleta de indagações,
Dúvidas nas emoções.
Ser única,
apenas.
Caminhos desencontrados,
errantes.
Sintonia em silêncio.
Olhos em lágrimas!
Fuga,
em desespero.
Sonhos esvaindo.
Amor definhando.
Sofrimento.
Prisão sem correntes.
Dor.
Nó na garganta.
(Isabel Ienczak)
terça-feira, 24 de maio de 2011
DIGA-ME
Lendo agora
estas minhas palavras,
Diga-me:
O que queres de mim?
Tua forma de abordar
confunde a minha mente,
não sei de tuas intenções,
propõe a felicidade
enleada ao silêncio.
Tu me arremessas
à insegurança
e envolta no medo,
me distancio de ti.
E mesmo querendo
entrar em teus abraços,
olhando-te
eu recuo,
a espera das palavras
que se encerram em mim
em perguntas
incessantemente
sem respostas.
Diga-me:
O que sou para ti?
(Isabel Ienczak)
estas minhas palavras,
Diga-me:
O que queres de mim?
Tua forma de abordar
confunde a minha mente,
não sei de tuas intenções,
propõe a felicidade
enleada ao silêncio.
Tu me arremessas
à insegurança
e envolta no medo,
me distancio de ti.
E mesmo querendo
entrar em teus abraços,
olhando-te
eu recuo,
a espera das palavras
que se encerram em mim
em perguntas
incessantemente
sem respostas.
Diga-me:
O que sou para ti?
(Isabel Ienczak)
sexta-feira, 20 de maio de 2011
O QUE ESPERAR
E tudo o que se espera,
É apenas
como uma chuva de verão.
Ela vem,
tumultua o tempo,
pega os desprevinidos,
e vai embora,
rapidamente.
E logo vem o sol.
Então,
não haverá
mais lembranças,
não há como saber
de que forma chegou
e tão pouco
como se foi.
Apenas
uma passagem.
Nada mais!
Isabel Ienczak
É apenas
como uma chuva de verão.
Ela vem,
tumultua o tempo,
pega os desprevinidos,
e vai embora,
rapidamente.
E logo vem o sol.
Então,
não haverá
mais lembranças,
não há como saber
de que forma chegou
e tão pouco
como se foi.
Apenas
uma passagem.
Nada mais!
Isabel Ienczak
SONHEI CONTIGO
Uma brisa fresca
chegou a meu quarto.
Lendo um conto,
sonhei contigo.
Eu te abracei
e te beijei.
Lembranças guardadas,
veio em sonhos.
Cada momento revivido
com intensa paixão.
Saudade
senti de ti,
e falei baixinho
do desejo
de ir contigo.
A qualquer parte,
em qualquer lugar.
(Isabel Ienczak - 87)
chegou a meu quarto.
Lendo um conto,
sonhei contigo.
Eu te abracei
e te beijei.
Lembranças guardadas,
veio em sonhos.
Cada momento revivido
com intensa paixão.
Saudade
senti de ti,
e falei baixinho
do desejo
de ir contigo.
A qualquer parte,
em qualquer lugar.
(Isabel Ienczak - 87)
quinta-feira, 19 de maio de 2011
O QUE VOU DIZER?
Pensei,
não sei se
estou certa,
mas pensei em você.
Eu não quero dizer,
nem comentar.
Pra quê?
É o medo.
Pensar que posso.
Mas não posso.
Pode ser sim
um castigo.
Os pensamentos,
vão e voltam.
Mas o que dizer?
Nada.
Apenas ouvir
você falando.
Nada mais,
além de ouvir,
e sorrir.
E ficar
com a mente,
repleta de indagações.
E é isso,
e sempre será.
(Isabel Ienczak)
não sei se
estou certa,
mas pensei em você.
Eu não quero dizer,
nem comentar.
Pra quê?
É o medo.
Pensar que posso.
Mas não posso.
Pode ser sim
um castigo.
Os pensamentos,
vão e voltam.
Mas o que dizer?
Nada.
Apenas ouvir
você falando.
Nada mais,
além de ouvir,
e sorrir.
E ficar
com a mente,
repleta de indagações.
E é isso,
e sempre será.
(Isabel Ienczak)
terça-feira, 17 de maio de 2011
QUERIDO AMOR
Para ti
escrevo esta carta,
para te dizer
que o maior tesouro
que eu quero guardar
é o teu carinho.
Espero
todos os dias,
um riso teu.
Que a fortaleza
que nos protege,
seja feita de abraços fortes,
de um beijo longo,
e de nossas mãos
entrelaçadas.
Como portos
que esperam seus
navios chegarem,
sãos e salvos.
Eu te espero
sempre à "casa",
do mesmo geito
que te conheci:
Feliz por me ver.
Assim como eu
a ti.
Anima-me que,
apesar de tudo,
estaremos um ao lado
do outro.
Mas para isso,
é preciso que tu
não se afaste de mim.
Que os agouros
desta vida,
não arranque
o amor de nós.
Querido amor!
É tão simples,
é só estarmos perto,
é só não nos distanciarmos,
e basta apenas
nos fortalecer com
o calor de nós.
E assim não nos
entregaremos
às infelicidades
desses dias.
E nossas almas
sempre estarão em paz,
e estaremos a guardar
nossa "porta",
e nenhum mal,
arrancará
teu sorriso...
...e o meu sorriso!
Querido amor,
lembre-se disto!
(Isabel Ienczak)
escrevo esta carta,
para te dizer
que o maior tesouro
que eu quero guardar
é o teu carinho.
Espero
todos os dias,
um riso teu.
Que a fortaleza
que nos protege,
seja feita de abraços fortes,
de um beijo longo,
e de nossas mãos
entrelaçadas.
Como portos
que esperam seus
navios chegarem,
sãos e salvos.
Eu te espero
sempre à "casa",
do mesmo geito
que te conheci:
Feliz por me ver.
Assim como eu
a ti.
Anima-me que,
apesar de tudo,
estaremos um ao lado
do outro.
Mas para isso,
é preciso que tu
não se afaste de mim.
Que os agouros
desta vida,
não arranque
o amor de nós.
Querido amor!
É tão simples,
é só estarmos perto,
é só não nos distanciarmos,
e basta apenas
nos fortalecer com
o calor de nós.
E assim não nos
entregaremos
às infelicidades
desses dias.
E nossas almas
sempre estarão em paz,
e estaremos a guardar
nossa "porta",
e nenhum mal,
arrancará
teu sorriso...
...e o meu sorriso!
Querido amor,
lembre-se disto!
(Isabel Ienczak)
segunda-feira, 18 de abril de 2011
FOTOGRAFANDO

No caminho,
supresas a vista,
curiosas ou enigmáticas.
Tristes
sem respostas.
Alegres,
espontaneamente.
Sem medos,
de estar ali.
Sem planejar:
Registrar,
guardar.
Semblantes
do tempo passante
ou
aquele chegando.
Vida
circulante,
simples,
multicor
ou
em cinza:
Preto em branco.
Bichos,
gente,
crianças.
Flor,
verde,
Céu azul.
Brilhante Sol.
Estrelas.
Chuvas de estação.
Cidade nua,
crua
em movimento.
Cálido domingo.
Fotografando.
(Isabel Ienczak)
sexta-feira, 15 de abril de 2011
FELICIDADE
Felicidade
é imensurável.
Não é possível dizer
o quanto se é feliz.
Ela acontece
de uma só vez
em cada tempo,
mas sem precisar
os segundos, minutos
ou horas.
Felicidade
é única,
não se repete,
mesmo estando
no mesmo lugar,
com as mesmas
pessoas.
É inigualável,
inexplicável.
Felicidade,
só acontece de uma só vez,
não existe
momentos de felicidade,
só aquele,
é singular.
Sempre será.
(Isabel Ienczak)
é imensurável.
Não é possível dizer
o quanto se é feliz.
Ela acontece
de uma só vez
em cada tempo,
mas sem precisar
os segundos, minutos
ou horas.
Felicidade
é única,
não se repete,
mesmo estando
no mesmo lugar,
com as mesmas
pessoas.
É inigualável,
inexplicável.
Felicidade,
só acontece de uma só vez,
não existe
momentos de felicidade,
só aquele,
é singular.
Sempre será.
(Isabel Ienczak)
segunda-feira, 11 de abril de 2011
ESTOU AQUI
Estou aqui!
Ainda que o mundo
desmorona-se,
Eu estarei
ao teu lado.
Ainda que o fogo
intenso
teimasse em queimar
os teus sonhos,
Eu estarei
ao teu lado.
E mesmo aqueles
que te afligem,
na ignorância,
da cobiça de ter
tuas virtudes,
Eu estarei
ao teu lado.
Nada mais importa,
senão juntos somarmos
nossa energia
neste afeto duradouro,
que só quem ama sabe.
E,
nessas adversidades,
sei o que sou para ti,
e sei o que és para mim.
Eu estou aqui,
ao teu lado.
Sempre!
(Isabel Ienczak)
Ainda que o mundo
desmorona-se,
Eu estarei
ao teu lado.
Ainda que o fogo
intenso
teimasse em queimar
os teus sonhos,
Eu estarei
ao teu lado.
E mesmo aqueles
que te afligem,
na ignorância,
da cobiça de ter
tuas virtudes,
Eu estarei
ao teu lado.
Nada mais importa,
senão juntos somarmos
nossa energia
neste afeto duradouro,
que só quem ama sabe.
E,
nessas adversidades,
sei o que sou para ti,
e sei o que és para mim.
Eu estou aqui,
ao teu lado.
Sempre!
(Isabel Ienczak)
terça-feira, 5 de abril de 2011
CONSUMIÇÃO
Hoje,
nesta tarde de sol,
esqueci os compromissos,
e aqui em meu jardim,
sentei.
Olhei ao Céu,
sem muito entender
estes momentos incertos,
que me vejo agora .
Estou entristecida,
aflita de mãos atadas.
E nestas forças,
que desmoronam o meu íntimo,
senti uma única vontade:
Ir embora daqui.
Pois minh'alma nunca foi
desses ares,
e esses ares
também não me querem aqui.
E pareceu ser eu
uma ave apreendida,
nesta injustiça descalça
rondando em labirintos
sem fim.
(Isabel Ienczak)
nesta tarde de sol,
esqueci os compromissos,
e aqui em meu jardim,
sentei.
Olhei ao Céu,
sem muito entender
estes momentos incertos,
que me vejo agora .
Estou entristecida,
aflita de mãos atadas.
E nestas forças,
que desmoronam o meu íntimo,
senti uma única vontade:
Ir embora daqui.
Pois minh'alma nunca foi
desses ares,
e esses ares
também não me querem aqui.
E pareceu ser eu
uma ave apreendida,
nesta injustiça descalça
rondando em labirintos
sem fim.
(Isabel Ienczak)
domingo, 3 de abril de 2011
CARTAS NO PAPEL
Reli tuas cartas
e nelas estamos nós.
E sinto
àquelas emoções,
repletas de saudade.
Mas eu as terei sempre
para que a memória
reviva a nossa história.
E,
enquanto as leio,
fecho os olhos,
e ouço tuas palavras,
percebendo o aroma...
o toque...
tudo o que sempre
nos envolveu.
E volto a guardá-las,
unidas
em uma fita azul.
Para que,
a qualquer hora,
possa rememorar o tempo,
em cartas no papel.
(Isabel Ienczak)
e nelas estamos nós.
E sinto
àquelas emoções,
repletas de saudade.
Mas eu as terei sempre
para que a memória
reviva a nossa história.
E,
enquanto as leio,
fecho os olhos,
e ouço tuas palavras,
percebendo o aroma...
o toque...
tudo o que sempre
nos envolveu.
E volto a guardá-las,
unidas
em uma fita azul.
Para que,
a qualquer hora,
possa rememorar o tempo,
em cartas no papel.
(Isabel Ienczak)
quinta-feira, 31 de março de 2011
UM DIA DE CADA VEZ
Ainda em minha mente
ficam as palavras
que me escrevestes:
- "A saudade aumentando!"
Minha felicidade,
é saber que,
em ti eu existo.
E nos rodeios da vida,
sempre estou por perto.
É saber que,
em teu lugar,
só eu estou.
A minha saudade
também aumenta,
e mesmo em palavras,
eu ouço tua voz.
E tu,
parece-me mais tranquilo,
tal como antes,
muito antes!
E vou te esperando,
até que retornes.
Como sempre.
Um dia de cada vez!
(Isabel Ienczak)
ficam as palavras
que me escrevestes:
- "A saudade aumentando!"
Minha felicidade,
é saber que,
em ti eu existo.
E nos rodeios da vida,
sempre estou por perto.
É saber que,
em teu lugar,
só eu estou.
A minha saudade
também aumenta,
e mesmo em palavras,
eu ouço tua voz.
E tu,
parece-me mais tranquilo,
tal como antes,
muito antes!
E vou te esperando,
até que retornes.
Como sempre.
Um dia de cada vez!
(Isabel Ienczak)
quarta-feira, 30 de março de 2011
ESCREVENDO
Eu me vejo aqui escrevendo,
imaginando:
- A quem escrevo?
Na certeza
de que sei,
que antes de todos,
é para mim.
E converso
em meio as palavras,
ora rimando,
ora não:
- Só pensamentos.
- Que me vem em imagens.
- E, depois,
em palavras.
Mas escrever,
é assim!
Eis aqui:
As minhas aflições,
Meus encantamentos,
Ou minhas distrações.
Meu Eu.
Sem Eu.
É uma viagem.
Essencial.
E escrevo.
E vou escrevendo.
Sempre que puder.
(Isabel Ienczak)
imaginando:
- A quem escrevo?
Na certeza
de que sei,
que antes de todos,
é para mim.
E converso
em meio as palavras,
ora rimando,
ora não:
- Só pensamentos.
- Que me vem em imagens.
- E, depois,
em palavras.
Mas escrever,
é assim!
Eis aqui:
As minhas aflições,
Meus encantamentos,
Ou minhas distrações.
Meu Eu.
Sem Eu.
É uma viagem.
Essencial.
E escrevo.
E vou escrevendo.
Sempre que puder.
(Isabel Ienczak)
quinta-feira, 24 de março de 2011
AS PALAVRAS
Há palavras
que não podem ser ditas.
Há palavras
que não podem ser ouvidas.
Mas elas saem
sem serem percebidas,
movidas por sentimentos,
que talvez
nos confundem,
que talvez
nos deixem sem pensar.
Há palavras
que jamais serão ditas,
e elas deveriam ser.
Mudariam tantas coisas.
Mas há palavras
que deveriam estar no silêncio,
mas saem como trovões,
tormentas de nosso íntimo.
Mas há palavras
que nos acalentam,
que nos arremessam
a felicidade infinita.
São ditas como prece,
amansam nosso espírito,
nos deixam mais próximos
de Deus.
Nos colocam
em paz.
Nos colocam
frente ao amor!
(Isabel Ienczak)
que não podem ser ditas.
Há palavras
que não podem ser ouvidas.
Mas elas saem
sem serem percebidas,
movidas por sentimentos,
que talvez
nos confundem,
que talvez
nos deixem sem pensar.
Há palavras
que jamais serão ditas,
e elas deveriam ser.
Mudariam tantas coisas.
Mas há palavras
que deveriam estar no silêncio,
mas saem como trovões,
tormentas de nosso íntimo.
Mas há palavras
que nos acalentam,
que nos arremessam
a felicidade infinita.
São ditas como prece,
amansam nosso espírito,
nos deixam mais próximos
de Deus.
Nos colocam
em paz.
Nos colocam
frente ao amor!
(Isabel Ienczak)
segunda-feira, 21 de março de 2011
OUTONO
Ei!
Eu já te falei
que gosto do outono?
É uma estação que
não me deixa triste.
Mas parece que nela
há algo que me faz
pensar em renovar.
Vejo as folhas
caindo ao chão
(folhas são bonitas também
ao chão, são como tapetes de
ouro),
e as árvores não morrem
rejuvenescem na primavera.
Será que somos assim?
Somos verão, outono, inverno
e primavera?
Um círculo de vida?
Ei!
Olha pra mim!
Hoje o vento fresco da
tarde passou indelével,
e eu senti uma vontade
de andar descalças:
Pés no chão!
Eu confesso:
- Isso é muito bom!
(Isabel Ienczak)
Eu já te falei
que gosto do outono?
É uma estação que
não me deixa triste.
Mas parece que nela
há algo que me faz
pensar em renovar.
Vejo as folhas
caindo ao chão
(folhas são bonitas também
ao chão, são como tapetes de
ouro),
e as árvores não morrem
rejuvenescem na primavera.
Será que somos assim?
Somos verão, outono, inverno
e primavera?
Um círculo de vida?
Ei!
Olha pra mim!
Hoje o vento fresco da
tarde passou indelével,
e eu senti uma vontade
de andar descalças:
Pés no chão!
Eu confesso:
- Isso é muito bom!
(Isabel Ienczak)
sábado, 19 de março de 2011
CARTAS
O coração bate
quando procuro
tuas cartas.
Todos os dias.
Não importa o tempo.
Mas são nelas que encontro vida.
Meus sonhos e desejos.
O que se há de fazer
Se não te tenho
agora, aqui,
em minha frente,
enquanto eu as leio
e releio.
Minha busca
é por tua imagem.
É não te perder
neste mundo.
É te guardar
ou aguardar-te.
Ver teu sorriso,
Ver teu olhos.
Abraçar-te novamente.
É estar contigo,
mais que em sonhos.
Mas são cartas.
Somente cartas.
Meu coração bate,
quando procuro
por tuas cartas.
(Isabel Ienczak - 86)
quando procuro
tuas cartas.
Todos os dias.
Não importa o tempo.
Mas são nelas que encontro vida.
Meus sonhos e desejos.
O que se há de fazer
Se não te tenho
agora, aqui,
em minha frente,
enquanto eu as leio
e releio.
Minha busca
é por tua imagem.
É não te perder
neste mundo.
É te guardar
ou aguardar-te.
Ver teu sorriso,
Ver teu olhos.
Abraçar-te novamente.
É estar contigo,
mais que em sonhos.
Mas são cartas.
Somente cartas.
Meu coração bate,
quando procuro
por tuas cartas.
(Isabel Ienczak - 86)
segunda-feira, 14 de março de 2011
DANÇA
Tango!
Dois corpos
se unem.
Entrelaçados.
Forte ritmo,
e compasso.
Que deslumbram
Paixão inebriante,
em tristeza
profunda.
Não se olham.
Não se fitam.
Simplesmente
se fecham
numa energia
entorpecida.
Onde a mão firme
conduz pelo salão,
o deslumbre
das emoções,
a meia luz.
E no final
eles se declinam.
Rasgam o coração
sem dizer palavra,
sem gesto se quer,
apenas uma
dramática promessa,
um desejo contido
e nada mais...
(Isabel Ienczak)
Dois corpos
se unem.
Entrelaçados.
Forte ritmo,
e compasso.
Que deslumbram
Paixão inebriante,
em tristeza
profunda.
Não se olham.
Não se fitam.
Simplesmente
se fecham
numa energia
entorpecida.
Melancolia
dos passos.
Onde a mão firme
conduz pelo salão,
o deslumbre
das emoções,
a meia luz.
E no final
eles se declinam.
Rasgam o coração
sem dizer palavra,
sem gesto se quer,
apenas uma
dramática promessa,
um desejo contido
e nada mais...
(Isabel Ienczak)
quarta-feira, 9 de março de 2011
SIMPLICIDADE
Tudo pode ser simples:
Sentar na grama,
respirar profundamente.
Ver o dia
nascendo.
Olhar o Sol,
Sentir o seu calor.
Correr,
no meio da chuva,
sem fugir dela.
Esperar pela noite,
e deslumbrar o céu estrelado.
E, se puder,
contar quantas estrelas der.
Tirar o dia,
para qualquer coisa,
para qualquer coisa simples.
E quem sabe:
Tomar banho de cachoeira,
em dia frio:
Que coragem!
Sentar na grama,
respirar profundamente.
Ver o dia
nascendo.
Olhar o Sol,
Sentir o seu calor.
Correr,
no meio da chuva,
sem fugir dela.
Esperar pela noite,
e deslumbrar o céu estrelado.
E, se puder,
contar quantas estrelas der.
Tirar o dia,
para qualquer coisa,
para qualquer coisa simples.
E quem sabe:
Tomar banho de cachoeira,
em dia frio:
Que coragem!
terça-feira, 8 de março de 2011
MULHER
Há muito que falar?
Não sei!
Somos sentimentos,
Silêncio em pensamento,
Reflexão do coração!
Somos tempestade e
Bonança,
Tudo ao mesmo tempo.
Somos fortes,
Sem esconder
as lágrimas.
Somos o que somos.
Beijo ardente,
Beijo fraternal.
Abraço aconchegante,
Abraço apaixonado.
Somos poesia,
Luz,
Encantamento,
Feminina.
Determinadas.
Apaixonadas.
Somos
Filhas,
Mães,
Companheiras:
Mulher.
(Isabel Ienczak)
Não sei!
Somos sentimentos,
Silêncio em pensamento,
Reflexão do coração!
Somos tempestade e
Bonança,
Tudo ao mesmo tempo.
Somos fortes,
Sem esconder
as lágrimas.
Somos o que somos.
Beijo ardente,
Beijo fraternal.
Abraço aconchegante,
Abraço apaixonado.
Somos poesia,
Luz,
Encantamento,
Feminina.
Determinadas.
Apaixonadas.
Somos
Filhas,
Mães,
Companheiras:
Mulher.
(Isabel Ienczak)
terça-feira, 1 de março de 2011
TEU ROSTO
Não te esqueço
em um só momento
do meu dia.
Sento-me
nessa terra
onde o frescor da brisa,
envolve-me
junto a tua imagem.
Sonho contigo
sempre.
E quão maravilhoso
é te-lo em minhas fantasias.
Quão maravilhoso
é te amar.
Nas noites
que chegam
e vão,
adormeço contigo,
ao meu lado.
E te sinto
tão perto
de minh'alma,
unidos neste misterioso
momento da vida.
Eu te amo,
em cada segundo
de meus dias.
Em cada sonho
do meu sono.
Eu te amo!
(Isabel Ienczak - 87)
em um só momento
do meu dia.
Sento-me
nessa terra
onde o frescor da brisa,
envolve-me
junto a tua imagem.
Sonho contigo
sempre.
E quão maravilhoso
é te-lo em minhas fantasias.
Quão maravilhoso
é te amar.
Nas noites
que chegam
e vão,
adormeço contigo,
ao meu lado.
E te sinto
tão perto
de minh'alma,
unidos neste misterioso
momento da vida.
Eu te amo,
em cada segundo
de meus dias.
Em cada sonho
do meu sono.
Eu te amo!
(Isabel Ienczak - 87)
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
AQUI, NÃO ESTOU
Eu não existo.
Não estou aqui.
Não sou eu
quem caminha
por estas ruas.
Não sou eu
quem olha
para este Sol.
Meus pensamentos
não são deste
momento.
Não, Não.
Eu não existo.
Não estou neste lugar.
E este lugar
não está em mim.
Este toque
não é meu,
E este,
não é o perfume
de mim.
Eu já parti.
E aqui,
não estou.
É ilusão.
Não estou aqui.
Não sou eu
quem caminha
por estas ruas.
Não sou eu
quem olha
para este Sol.
Meus pensamentos
não são deste
momento.
Não, Não.
Eu não existo.
Não estou neste lugar.
E este lugar
não está em mim.
Este toque
não é meu,
E este,
não é o perfume
de mim.
Eu já parti.
E aqui,
não estou.
É ilusão.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
NEM TUDO SÃO FLORES
Nem tudo são flores.
No espinho escorre
o sangue.
E a chuva,
esconde as lágrimas.
E assim,
o pranto se faz e
o coração enfraquece.
Quem pode aguentar?
No espinho escorre
o sangue.
E a chuva,
esconde as lágrimas.
E assim,
o pranto se faz e
o coração enfraquece.
Quem pode aguentar?
O silêncio,
permanece.
Sem reclamar
Caminhos são assim:
desvios.
Constantes desvios
das feridas.
Amarguras
que machucam.
Nem tudo
são flores!
(Isabel Ienczak)
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
PAIXÃO (Sobre a vida)
Paixão!
Então, há muito
ouvi dizer:
Que a Paixão:
evoca o frescor da
juventude.
Tudo nela,
é felicidade.
Revivendo
o que se perdeu:
alegrias
e esperanças.
E todos os dias
a euforia faz esperar
por qualquer mensagem
que seja para mim,
ou,
que seja para outrem.
Mas é ver a vida,
com os olhos diferentes.
Que seja momentâneo.
Que seja em tempo curto.
A vida passa.
Tão rápida.
Que não há certeza
se é sonho
ou realidade.
Mas neste momento,
neste meu presente:
Estarei feliz!
(Isabel Ienczak)
Então, há muito
ouvi dizer:
Que a Paixão:
evoca o frescor da
juventude.
Tudo nela,
é felicidade.
Revivendo
o que se perdeu:
alegrias
e esperanças.
E todos os dias
a euforia faz esperar
por qualquer mensagem
que seja para mim,
ou,
que seja para outrem.
Mas é ver a vida,
com os olhos diferentes.
Que seja momentâneo.
Que seja em tempo curto.
A vida passa.
Tão rápida.
Que não há certeza
se é sonho
ou realidade.
Mas neste momento,
neste meu presente:
Estarei feliz!
(Isabel Ienczak)
sábado, 19 de fevereiro de 2011
COM VOCÊ!
Com você!
Eu tinha esperanças,
de estar.
Acreditava no eterno:
Se eu te encontrasse,
Se você me seguisse,
Se estivessemos
um ao lado do outro.
Olhos,
mãos...
...sonhos...
Com você!
Imaginei lugares bonitos.
Fazer de nossas vidas
a diferença.
Com você!
Acreditei que éramos
especiais.
Com você!
Entende?!
Mas,
estou tão cansada.
Estamos
tão longe.
O sonho
ficou para trás.
Ficou?!
Não consigo
mantê-lo
em minhas mãos.
Em nossas mãos.
O coração sofre.
Os sonhos
se indo...
...indo...
...indo.
Por favor!
Sigamos
nossos sonhos,
nossas promessas,
nossa alegria...
...nosso amor!
Com você!
(Isabel Ienczak)
Eu tinha esperanças,
de estar.
Acreditava no eterno:
Se eu te encontrasse,
Se você me seguisse,
Se estivessemos
um ao lado do outro.
Olhos,
mãos...
...sonhos...
Com você!
Imaginei lugares bonitos.
Fazer de nossas vidas
a diferença.
Com você!
Acreditei que éramos
especiais.
Com você!
Entende?!
Mas,
estou tão cansada.
Estamos
tão longe.
O sonho
ficou para trás.
Ficou?!
Não consigo
mantê-lo
em minhas mãos.
Em nossas mãos.
O coração sofre.
Os sonhos
se indo...
...indo...
...indo.
Por favor!
Sigamos
nossos sonhos,
nossas promessas,
nossa alegria...
...nosso amor!
Com você!
(Isabel Ienczak)
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
SEM TÍTULO II
Luzes calmas.
Serenas almas.
Coração batendo
sem ter pena.
Vazio do chão.
Céu azul.
Brilham estrelas.
Um Sonho
se passou.
Nasce o sol.
Balançam as flores.
Vultos foram.
Quem vai sonhar comigo?
Acorda o dia.
Saudade chega.
E agora?
(Isabel Ienczak)
Serenas almas.
Coração batendo
sem ter pena.
Vazio do chão.
Céu azul.
Brilham estrelas.
Um Sonho
se passou.
Nasce o sol.
Balançam as flores.
Vultos foram.
Quem vai sonhar comigo?
Acorda o dia.
Saudade chega.
E agora?
(Isabel Ienczak)
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
DEVANEIOS II
Um beijo.
O desejo
por um beijo.
Um carinho.
O desejo
por um carinho.
Um sorriso.
Um sorriso
apenas.
Palavras.
Palavras mansas,
Palavras tranquilas.
O toque,
apenas
o toque nas mãos,
nada mais.
Caminhar,
lado
a
lado...
e seguir.
(Isabel Ienczak)
O desejo
por um beijo.
Um carinho.
O desejo
por um carinho.
Um sorriso.
Um sorriso
apenas.
Palavras.
Palavras mansas,
Palavras tranquilas.
O toque,
apenas
o toque nas mãos,
nada mais.
Caminhar,
lado
a
lado...
e seguir.
(Isabel Ienczak)
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
SEM TÍTULO
Chegando a porta.
Por ela
ficou os meus sonhos
e esperanças.
Talvez.
Partir ou ficar.
Sei lá.
Abro a janela.
Debruçamos
sobre ela.
E em silêncio,
observamos o mundo
lá fora.
E tudo
o que precisamos,
é ver a chuva que cai,
ou o sol.
que vem e vai.
(Isabel Ienczak)
Por ela
ficou os meus sonhos
e esperanças.
Talvez.
Partir ou ficar.
Sei lá.
Abro a janela.
Debruçamos
sobre ela.
E em silêncio,
observamos o mundo
lá fora.
E tudo
o que precisamos,
é ver a chuva que cai,
ou o sol.
que vem e vai.
(Isabel Ienczak)
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
PERDA (Sobre a morte e a partida)
Será que sei,
o que deveria
saber,
sobre o que é
esquecer,
o esquecimento
da Perda?
A perda
de lugares,
coisas...
...pessoas.
Muito mais
as pessoas!
A perda,
a morte.
Porque
fica no coração,
este silêncio,
este duro
e pesado
silêncio.
Porque,
quem se foi,
não mais poderá
ouvir sua voz.
E o tempo
longo,
me atormentando
o esquecimento:
do rosto,
do cheiro,
o som das
palavras.
E que direi
dos lugares.
A perda,
a partida.
Não mais
os mesmos,
metamorfoseando,
sem mais
passagem,
sem mais
paisagem.
E lá
se foram.
Contidas
na saudade.
Nunca mais:
ver,
sentir,
falar.
Nunca mais!
(Isabel Ienczak)
o que deveria
saber,
sobre o que é
esquecer,
o esquecimento
da Perda?
A perda
de lugares,
coisas...
...pessoas.
Muito mais
as pessoas!
A perda,
a morte.
Porque
fica no coração,
este silêncio,
este duro
e pesado
silêncio.
Porque,
quem se foi,
não mais poderá
ouvir sua voz.
E o tempo
longo,
me atormentando
o esquecimento:
do rosto,
do cheiro,
o som das
palavras.
E que direi
dos lugares.
A perda,
a partida.
Não mais
os mesmos,
metamorfoseando,
sem mais
passagem,
sem mais
paisagem.
E lá
se foram.
Contidas
na saudade.
Nunca mais:
ver,
sentir,
falar.
Nunca mais!
(Isabel Ienczak)
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
A PESSOA AO TEU LADO (O jogo da Verdade)
Olhe agora,
para a pessoa
que está há tantos anos
ao teu lado.
Olhe realmente
para vê-la.
Olhe para
os teus olhos,
e o teu semblante.
E, perceba,
o quanto ela te acompanhou
durante todo
este tempo.
Relembre os sonhos,
a dois.
Na benção
de Deus.
Nas promessas
que fizeste a ela.
Sê,
de todas cumpridas,
ou,
as fez por fazer.
Mas, lembre-se.
O quanto ela espera por ti:
Pela felicidade
do toque das mãos,
que provavelmente
ainda teimas em esquecer.
Olhe para ela,
e descubra o porquê
da mudança do sorriso,
do olhar:
ora tristes,
ora interrogativos.
A pessoa que vive contigo
por tanto tempo,
aguarda-te
como aquele
primeiro dia.
Porém,
o tempo,
rouba-lhe as lembranças,
e a tua vontade
de resgatá-las.
Pense-nisso!
Olhe para a pessoa
que está a teu lado,
todos os dias,
todas as horas,
todos os momentos.
Seja justo
com ela.
Tome a tua mão
e a leve
o mais próximo
de teu peito.
Dê-lhe
o carinho
e a suavidade
do verdadeiro amor.
E mostre,
o quanto por ela,
bate ainda,
o teu coração.
Olhe para a pessoa
que está a teu lado,
há tanto tempo.
O tempo vivido,
compartilhado,
e que equivale
a quase
Metade de tua vida!
(Isabel Ienczak)
para a pessoa
que está há tantos anos
ao teu lado.
Olhe realmente
para vê-la.
Olhe para
os teus olhos,
e o teu semblante.
E, perceba,
o quanto ela te acompanhou
durante todo
este tempo.
Relembre os sonhos,
a dois.
Na benção
de Deus.
Nas promessas
que fizeste a ela.
Sê,
de todas cumpridas,
ou,
as fez por fazer.
Mas, lembre-se.
O quanto ela espera por ti:
Pela felicidade
do toque das mãos,
que provavelmente
ainda teimas em esquecer.
Olhe para ela,
e descubra o porquê
da mudança do sorriso,
do olhar:
ora tristes,
ora interrogativos.
A pessoa que vive contigo
por tanto tempo,
aguarda-te
como aquele
primeiro dia.
Porém,
o tempo,
rouba-lhe as lembranças,
e a tua vontade
de resgatá-las.
Pense-nisso!
Olhe para a pessoa
que está a teu lado,
todos os dias,
todas as horas,
todos os momentos.
Seja justo
com ela.
Tome a tua mão
e a leve
o mais próximo
de teu peito.
Dê-lhe
o carinho
e a suavidade
do verdadeiro amor.
E mostre,
o quanto por ela,
bate ainda,
o teu coração.
Olhe para a pessoa
que está a teu lado,
há tanto tempo.
O tempo vivido,
compartilhado,
e que equivale
a quase
Metade de tua vida!
(Isabel Ienczak)
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
PESSOAS
Às vezes,
ocorre na nossa vida,
uma turbulência
de acontecimentos,
que nos atordoam,
nos deixam frágeis
e sem direção.
Mexe com nossa alma,
deixando-a,
totalmente,
em desarmonia.
A mente,
polvorosa,
nos tira o sossêgo.
No entanto,
esperançosos,
aguardamos a tranquilidade.
Mais importante,
ainda,
é encontrar pessoas.
Que
nos seus gestos,
palavras,
silêncio ou
no olhar,
possam nos acalmar.
E muito mais,
nos fortalecer.
Sem cobranças,
sem promessas.
Para que seja possível
atravessar
este mar revolto.
E nos derem
a certeza
que a Vida,
é também
Sorrir!
(Isabel Ienczak)
ocorre na nossa vida,
uma turbulência
de acontecimentos,
que nos atordoam,
nos deixam frágeis
e sem direção.
Mexe com nossa alma,
deixando-a,
totalmente,
em desarmonia.
A mente,
polvorosa,
nos tira o sossêgo.
No entanto,
esperançosos,
aguardamos a tranquilidade.
Mais importante,
ainda,
é encontrar pessoas.
Que
nos seus gestos,
palavras,
silêncio ou
no olhar,
possam nos acalmar.
E muito mais,
nos fortalecer.
Sem cobranças,
sem promessas.
Para que seja possível
atravessar
este mar revolto.
E nos derem
a certeza
que a Vida,
é também
Sorrir!
(Isabel Ienczak)
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
FLOR, ROSA
Uma rosa,
é uma rosa.
Apesar de
não sabermos,
de onde vem
sua beleza.
O seu mistério
sedutor.
Sua inocência,
quando tocada
pela palma
da mão.
Ao menor
carinho,
exala o seu perfume.
E, ao tempo,
sua tristeza,
no cair
de suas pétalas.
(Isabel Ienczak - 86)
é uma rosa.
Apesar de
não sabermos,
de onde vem
sua beleza.
O seu mistério
sedutor.
Sua inocência,
quando tocada
pela palma
da mão.
Ao menor
carinho,
exala o seu perfume.
E, ao tempo,
sua tristeza,
no cair
de suas pétalas.
(Isabel Ienczak - 86)
DANÇA
Hoje,
pensei
em valsar contigo.
E,
nesse instante,
fechei os meus olhos.
Sonhando
em um lugar só nosso.
Levavas a mim
à cintura,
nos contornos
de uma dança
a dois.
E sorriamos!
Como se
a melodia,
partisse de nosso íntimo.
E dançamos!
Por todo o tempo.
E dançamos!
Dançamos...
(Isabel Ienczak)
pensei
em valsar contigo.
E,
nesse instante,
fechei os meus olhos.
Sonhando
em um lugar só nosso.
Levavas a mim
à cintura,
nos contornos
de uma dança
a dois.
E sorriamos!
Como se
a melodia,
partisse de nosso íntimo.
E dançamos!
Por todo o tempo.
E dançamos!
Dançamos...
(Isabel Ienczak)
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
LABORE
Trabalho:
Dedicar-se
por tanto
tempo.
Tudo
deve ser
bem feito.
Mas,
esses vai-e-vem:
papel e papéis,
não há preguiça
que chegue.
Trabalho,
é válido:
Não assusta...
Revigora.
Uma pausa,
sim.
Para fortalecer
as energias,
desfrutar
dessa alegria.
Trabalhar,
também distrai.
Supera tristezas.
Realiza desejos.
Dedicar-se
por tanto tempo!
(Isabel Ienczak)
Dedicar-se
por tanto
tempo.
Tudo
deve ser
bem feito.
Mas,
esses vai-e-vem:
papel e papéis,
não há preguiça
que chegue.
Trabalho,
é válido:
Não assusta...
Revigora.
Uma pausa,
sim.
Para fortalecer
as energias,
desfrutar
dessa alegria.
Trabalhar,
também distrai.
Supera tristezas.
Realiza desejos.
Dedicar-se
por tanto tempo!
(Isabel Ienczak)
O TEMPO
Sei que o mundo
roda.
O tempo
passa.
Mas
quando me vejo
pensativa,
eis que surgem
as surpresas.
Pessoas reaparecendo,
Gente,
que há muito,
não se via.
E o mundo roda,
sim.
Eo tempo,
ao contrário
do passar,
retorna.
E recolhemos
aquilo
que nos fez bem.
E como é bom!
Ás vezes,
se distrair é assim:
Prestar atenção
ao que vem
de repente.
E esse de repente!
Pode ser
tudo de bom!
(Isabel Ienczak)
roda.
O tempo
passa.
Mas
quando me vejo
pensativa,
eis que surgem
as surpresas.
Pessoas reaparecendo,
Gente,
que há muito,
não se via.
E o mundo roda,
sim.
Eo tempo,
ao contrário
do passar,
retorna.
E recolhemos
aquilo
que nos fez bem.
E como é bom!
Ás vezes,
se distrair é assim:
Prestar atenção
ao que vem
de repente.
E esse de repente!
Pode ser
tudo de bom!
(Isabel Ienczak)
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
SILÊNCIO
Silêncio
palavras.
Sem fala.
Olhar o vazio.
Sem inspiração.
Triste,
muito
triste.
Tão poucos
entendem.
Tão poucos
são divinos.
Não sabem
o que dizem.
Não sabem
o que falam.
Magoam.
Silêncio,
sem palavras,
sem inspiração.
Olhar o vazio,
não entendem
um coração!
(Isabel Ienczak)
palavras.
Sem fala.
Olhar o vazio.
Sem inspiração.
Triste,
muito
triste.
Tão poucos
entendem.
Tão poucos
são divinos.
Não sabem
o que dizem.
Não sabem
o que falam.
Magoam.
Silêncio,
sem palavras,
sem inspiração.
Olhar o vazio,
não entendem
um coração!
(Isabel Ienczak)
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
PLURAL: PRIMEIRA PESSOA
Eu te vi.
Tu me viste.
Nós nos vimos!
Eu te dei a mão.
Tu me deste a mão.
Nós nos damos as mãos!
Eu sonhei contigo.
Tu sonhaste comigo.
Nós sonhamos um com o outro!
Eu te abracei.
Tu me abraçaste.
Nós nos abraçamos!
Eu te beijei.
Tu me beijaste.
Nós nos beijamos carinhosamente!
Nós...
nós...
nós...
nós...
e Nós!
(Isabel Ienczak - 1983.11.13)
Tu me viste.
Nós nos vimos!
Eu te dei a mão.
Tu me deste a mão.
Nós nos damos as mãos!
Eu sonhei contigo.
Tu sonhaste comigo.
Nós sonhamos um com o outro!
Eu te abracei.
Tu me abraçaste.
Nós nos abraçamos!
Eu te beijei.
Tu me beijaste.
Nós nos beijamos carinhosamente!
Nós...
nós...
nós...
nós...
e Nós!
(Isabel Ienczak - 1983.11.13)
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
COISAS DA VIDA: EM MOVIMENTO
As cores,
aromas:
jardins!
Sol,
calor:
brilho!
Vento,
brisa:
leve!
Os sons,
zunidos:
murmúrios!
As cores!
Aromas!
O calor!
A brisa!
Os sons!
Vida em movimento!
(Isabel Ienczak)
aromas:
jardins!
Sol,
calor:
brilho!
Vento,
brisa:
leve!
Os sons,
zunidos:
murmúrios!
As cores!
Aromas!
O calor!
A brisa!
Os sons!
Vida em movimento!
(Isabel Ienczak)
VOCÊ
Seja sempre,
meu companheiro
e confidente.
Estejas comigo.
Permita-me
dividir meus sonhos,
e os meus pensamentos
mais íntimos.
Minhas lágrimas,
minhas alegrias.
Meus medos
e inseguranças.
Afasta-me de mim,
meus lamentos
e dúvidas.
Dê-me
o seu carinho,
sua tolerância
ante aos meus devaneios.
Dê-me
seu amor.
Seja eu
sua amada.
Sejas tu
o meu amado.
Seja
o meu companheiro.
(Isabel Ienczak)
meu companheiro
e confidente.
Estejas comigo.
Permita-me
dividir meus sonhos,
e os meus pensamentos
mais íntimos.
Minhas lágrimas,
minhas alegrias.
Meus medos
e inseguranças.
Afasta-me de mim,
meus lamentos
e dúvidas.
Dê-me
o seu carinho,
sua tolerância
ante aos meus devaneios.
Dê-me
seu amor.
Seja eu
sua amada.
Sejas tu
o meu amado.
Seja
o meu companheiro.
(Isabel Ienczak)
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
JANELA PARA O SOL: A VIDA
Abriu-se a janela
o vento
fez nascer a Vida.
A Vida do homem,
do pássaro que canta,
do filhote
que procura cegamente
sua mãe,
do riacho
que corre pelas matas.
A Vida
do silêncio
de espiríto,
da melodia
da natureza,
do despertar
na certeza
de encontrar
a felicidade.
A felicidade
ora longe,
ora tão perto
A Vida
feita de momentos,
em pedaços,
como quebra-cabeças.
A Vida
em forma de tabernáculo,
de joelhos inchados,
suplicando o perdão.
A Vida
dos sorrisos,
de esperanças,
de trevas
e de luz,
de sonhos
e desespero.
A Vida
cheia de discórdias,
cheia de uniões.
A Vida
multicor,
de fantasias
impossíveis.
A Vida
condicionada
mas sempre
a vida natural.
A Vida
dos passeios,
das correrias,
de oração,
de descrença,
do beijo,
do adeus
e de lágrimas
na despedida.
A Vida
do músico,
do operário,
do vagabundo.
A Vida
acompanhada
ou sozinha.
A Vida
de aventuras
e de trabalho,
da melancolia
e de alegria.
A Vida
que não retorna:
- Passa.
Que não deixa
marcas
e renasce para a eternidade.
A Vida
em que vivemos
doada pelo criador.
A Vida
que não passa
de uma Janela para o Sol.
o vento
fez nascer a Vida.
A Vida do homem,
do pássaro que canta,
do filhote
que procura cegamente
sua mãe,
do riacho
que corre pelas matas.
A Vida
do silêncio
de espiríto,
da melodia
da natureza,
do despertar
na certeza
de encontrar
a felicidade.
A felicidade
ora longe,
ora tão perto
A Vida
feita de momentos,
em pedaços,
como quebra-cabeças.
A Vida
em forma de tabernáculo,
de joelhos inchados,
suplicando o perdão.
A Vida
dos sorrisos,
de esperanças,
de trevas
e de luz,
de sonhos
e desespero.
A Vida
cheia de discórdias,
cheia de uniões.
A Vida
multicor,
de fantasias
impossíveis.
A Vida
condicionada
mas sempre
a vida natural.
A Vida
dos passeios,
das correrias,
de oração,
de descrença,
do beijo,
do adeus
e de lágrimas
na despedida.
A Vida
do músico,
do operário,
do vagabundo.
A Vida
acompanhada
ou sozinha.
A Vida
de aventuras
e de trabalho,
da melancolia
e de alegria.
A Vida
que não retorna:
- Passa.
Que não deixa
marcas
e renasce para a eternidade.
A Vida
em que vivemos
doada pelo criador.
A Vida
que não passa
de uma Janela para o Sol.
DEVANEIOS
Uma imagem,
um ponto de partida,
veio em sonhos
em névoas.
Um dia de sol,
um dia de chuva,
lembranças passantes
ante aos meus olhos,
ante a minha mente.
Sentimentos fortes,
no coração.
Um dia de luz,
dia de pensamentos,
cheios de vida,
de momentos.
Mundo
de nossas
lembranças.
(Isabel Ienczak - 87)
um ponto de partida,
veio em sonhos
em névoas.
Um dia de sol,
um dia de chuva,
lembranças passantes
ante aos meus olhos,
ante a minha mente.
Sentimentos fortes,
no coração.
Um dia de luz,
dia de pensamentos,
cheios de vida,
de momentos.
Mundo
de nossas
lembranças.
(Isabel Ienczak - 87)
PENSAMENTO II
Enquanto
fico
tão só
nesta fala,
meus
pensamentos
tomam
os minutos
que
se vão
rápidos.
(Isabel Ienczak - 87)
fico
tão só
nesta fala,
meus
pensamentos
tomam
os minutos
que
se vão
rápidos.
(Isabel Ienczak - 87)
MÚSICA
Música...
Quando ouço
esta melodia,
toca profundamente
meu coração.
Fecho os meus olhos
e imagino cenas:
pessoas e
lugares.
O som do piano,
transporta minh'alma
para bem longe
do tempo.
E danço feito criança,
tão feliz,
emocionada
por voltar.
Saudade!
Trouxe até mim
esta música,
esta melodia.
E chorei.
Chorei muito.
(Isabel Ienczak - 86)
Quando ouço
esta melodia,
toca profundamente
meu coração.
Fecho os meus olhos
e imagino cenas:
pessoas e
lugares.
O som do piano,
transporta minh'alma
para bem longe
do tempo.
E danço feito criança,
tão feliz,
emocionada
por voltar.
Saudade!
Trouxe até mim
esta música,
esta melodia.
E chorei.
Chorei muito.
(Isabel Ienczak - 86)
AO TEU LADO
Suavisa
minh'alma
com teu carinho.
Aplaque
o meu coração
com o teu beijo.
Nessa minha ânsia
de amar,
aconchegando-me
a ti.
E viver feliz,
intensamente,
ao teu lado!
(Isabel Ienczak - 87)
minh'alma
com teu carinho.
Aplaque
o meu coração
com o teu beijo.
Nessa minha ânsia
de amar,
aconchegando-me
a ti.
E viver feliz,
intensamente,
ao teu lado!
(Isabel Ienczak - 87)
PENSAMENTO
Muito longe
o meu pensamento
está.
As lembranças
giram
entorno de mim,
como rodas
de ciranda.
E não as vejo
em imagens,
mas eu as sinto
perto,
gritando
silenciosas.
E eu,
não consigo
apagá-las de vez.
(Isabel Ienczak - 87)
o meu pensamento
está.
As lembranças
giram
entorno de mim,
como rodas
de ciranda.
E não as vejo
em imagens,
mas eu as sinto
perto,
gritando
silenciosas.
E eu,
não consigo
apagá-las de vez.
(Isabel Ienczak - 87)
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
PROMESSA
Prometa-me,
amor,
nunca longe de mim
estar.
Prometa-me,
abraçar-me,
a meia luz,
acariciando-me
enquanto sonho.
Prometa-me,
refugiar-me
em teu peito,
suspirando
ante aos teus beijos
ardentes.
Prometa-me,
estar
em teus pensamentos,
arrastar-me
em tuas fantasias.
Prometa-me,
ser feliz
contigo.
Amar-me
todos os dias,
para sempre...
...sempre.
(Isabel Ienczak -87)
amor,
nunca longe de mim
estar.
Prometa-me,
abraçar-me,
a meia luz,
acariciando-me
enquanto sonho.
Prometa-me,
refugiar-me
em teu peito,
suspirando
ante aos teus beijos
ardentes.
Prometa-me,
estar
em teus pensamentos,
arrastar-me
em tuas fantasias.
Prometa-me,
ser feliz
contigo.
Amar-me
todos os dias,
para sempre...
...sempre.
(Isabel Ienczak -87)
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
RELEMBRANDO
Ocorreu
em retornarmos
àquele lugar.
Caminhar em ruas,
onde juntos
passeávamos.
Ainda consigo
sentir a brisa
da noite.
Flores roubadas,
sonhos compartilhados
e mãos entrelaçadas.
Acho que ainda
estamos lá.
O desejo tão forte,
tão nosso!
(Isabel Ienczak)
em retornarmos
àquele lugar.
Caminhar em ruas,
onde juntos
passeávamos.
Ainda consigo
sentir a brisa
da noite.
Flores roubadas,
sonhos compartilhados
e mãos entrelaçadas.
Acho que ainda
estamos lá.
O desejo tão forte,
tão nosso!
(Isabel Ienczak)
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
FILHOS

Filhos!
Como viver sem eles?
Todos juntos:
uma bagunça!
A casa vazia:
a falta!
Sem eles:
o silêncio!
Preenchem a vida,
o coração.
Fraternal sentimento!
Pensamentos neles,
eu guia,
sem ser vista.
Rejuvenescem!
Preocupação...
...sempre!
O que há de se fazer?
Filhos!
Sempre juntos,
em pensamento,
ou aqui
e agora,
onde for.
Pedacinhos
de mim!
Filhos!
Filhos meus,
sempre guardados
no peito.
Beijos:
imaginários
ou não.
Abraços mil,
soltos,
caminhantes,
conquistadores...
...batalhadores!
Filhos!
Sempre filhos!
Juntos:
uma bagunça.
Sem eles:
um vazio!
Como viver sem eles?
Todos juntos:
uma bagunça!
A casa vazia:
a falta!
Sem eles:
o silêncio!
Preenchem a vida,
o coração.
Fraternal sentimento!
Pensamentos neles,
eu guia,
sem ser vista.
Rejuvenescem!
Preocupação...
...sempre!
O que há de se fazer?
Filhos!
Sempre juntos,
em pensamento,
ou aqui
e agora,
onde for.
Pedacinhos
de mim!
Filhos!
Filhos meus,
sempre guardados
no peito.
Beijos:
imaginários
ou não.
Abraços mil,
soltos,
caminhantes,
conquistadores...
...batalhadores!
Filhos!
Sempre filhos!
Juntos:
uma bagunça.
Sem eles:
um vazio!
(Isabel Ienczak)
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
CHUVA II
Meia noite
e quarenta e dois minutos.
Esta chovendo
e o som da chuva
nos telhados e árvores,
faz-me lembrar de uma época
em que gostava
de ouvir os barulhos
por ela provocados .
Fascinação,
pelo seu mistério,
minha nostalgia
e sonhos nela.
E assim,
como agora,
o meu sono
era embalado,
até adormecer...
...completamente...
(Isabel Ienczak)
e quarenta e dois minutos.
Esta chovendo
e o som da chuva
nos telhados e árvores,
faz-me lembrar de uma época
em que gostava
de ouvir os barulhos
por ela provocados .
Fascinação,
pelo seu mistério,
minha nostalgia
e sonhos nela.
E assim,
como agora,
o meu sono
era embalado,
até adormecer...
...completamente...
(Isabel Ienczak)
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