Saudade,
Saudade!
Saudade
que entristece,
não sei o porquê,
mas ela está lá.
Vazio,
Vazio!
(Isabel Ienczak)
(Óleo sobre tela-Isabel Ienczak 2001)
Meu canto para ler e escrever!
sexta-feira, 24 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
SAUDADE
Vivo da saudade!
E,
na saudade,
resgato minha jovialidade.
Estado do ser feliz,
viagem no tempo,
trilhos
para o passado.
Amor platônico.
Amor tocado.
Passeios de bicicleta.
Caminhos a pé.
Sons,
aromas,
silêncio.
Tardinhas chegando.
Chuva fina.
Sol escaldante,
vento ligeiro.
Abraços
em noites estreladas.
enigmas
em tempestades.
Banhos de mar,
flutuando nas ondas.
Segredos,
segredos,
não tão secretos assim!
Saudade,
saudade...
...saudade.
Saudade a vista.
Longo caminho
de volta.
Fôlego
para chegar.
Mais rápido.
É só fechar os olhos,
e lá vou,
viajando
com asas invisíveis.
(Isabel Ienczak)
E,
na saudade,
resgato minha jovialidade.
Estado do ser feliz,
viagem no tempo,
trilhos
para o passado.
Amor platônico.
Amor tocado.
Passeios de bicicleta.
Caminhos a pé.
Sons,
aromas,
silêncio.
Tardinhas chegando.
Chuva fina.
Sol escaldante,
vento ligeiro.
Abraços
em noites estreladas.
enigmas
em tempestades.
Banhos de mar,
flutuando nas ondas.
Segredos,
segredos,
não tão secretos assim!
Saudade,
saudade...
...saudade.
Saudade a vista.
Longo caminho
de volta.
Fôlego
para chegar.
Mais rápido.
É só fechar os olhos,
e lá vou,
viajando
com asas invisíveis.
(Isabel Ienczak)
sexta-feira, 17 de junho de 2011
FINAL DE TARDE: CHUVA
Veio a chuva
insperadamente.
Inesperadamente,
pensamentos também
chegaram.
Chuva,
banho de chuva.
lembranças,
jeito de criança.
Tudo tão simples,
fácil de imaginar.
Frescor,
Beijos do céu
em gotas.
Fortalecendo
o corpo cansado.
Muito mais,
pensamentos
voltados
a uma certa afeição.
Quem dera
poder escolher
ao lado
a quem acompanhar!
Fim de tarde
com banho de chuva.
Chegando
aonde deve-se chegar.
E a chuva
sem cessar.
(Isabel Ienczak)
insperadamente.
Inesperadamente,
pensamentos também
chegaram.
Chuva,
banho de chuva.
lembranças,
jeito de criança.
Tudo tão simples,
fácil de imaginar.
Frescor,
Beijos do céu
em gotas.
Fortalecendo
o corpo cansado.
Muito mais,
pensamentos
voltados
a uma certa afeição.
Quem dera
poder escolher
ao lado
a quem acompanhar!
Fim de tarde
com banho de chuva.
Chegando
aonde deve-se chegar.
E a chuva
sem cessar.
(Isabel Ienczak)
quarta-feira, 15 de junho de 2011
PRIMEIRO BEIJO

Um Beijo
apenas um Beijo!
Não!
Não um Beijo qualquer.
Um Beijo
devagarinho,
quase sem tocar.
Um beijo chegando,
de mansinho,
sem querer,
mas desejando.
Aproximando,
encontro do olhar.
Sem pressa.
Com cuidado.
Nossas almas
ali,
só elas,
nada além.
Calor dos lábios,
com ternura.
Extasiados,
com carinho.
Corações
tão próximos.
Batidas,
descompassadas.
O Beijo,
O Primeiro Beijo,
Aqui
no teu,
em meus lábios.
Doce lembrança!
(Isabel Ienczak - 83)
terça-feira, 14 de junho de 2011
MÚSICA
A música...
O Olhar diz,
quando tem a música
no coração.
A melodia,
há que admitir,
envolve,
desprendendo,
de mim mesma.
Até tocar o céu.
É o que faz feliz.
E pareço não estar aqui.
Longe,
Longe vou.
Tendo tudo.
Dançando
em pensamentos.
Livre,
Livre.
Sorrindo...
Nada mais.
(Isabel Ienczak)
O Olhar diz,
quando tem a música
no coração.
A melodia,
há que admitir,
envolve,
desprendendo,
de mim mesma.
Até tocar o céu.
É o que faz feliz.
E pareço não estar aqui.
Longe,
Longe vou.
Tendo tudo.
Dançando
em pensamentos.
Livre,
Livre.
Sorrindo...
Nada mais.
(Isabel Ienczak)
segunda-feira, 13 de junho de 2011
PENSEI
Pensei
em nunca mais
escrever.
Mas
aqui está
um pouco de mim,
um pouco
de alguma coisa,
ou alguma coisa
de tudo de mim.
Então,
como posso deixar,
o pouco,
o alguma,
ou tudo de mim.
Como posso,
deixar-me no vazio
sem palavras,
sem sentir.
Sou sentimentos,
loucura
de minha garganta,
voz que sai
às vezes,
quase sempre,
sem pensar,
pensando.
Pensarei
que "calar-me"
é morrer.
E falar
sem gritar
é escrever.
Sempre.
Nasci assim.
(Isabel Ienczak)
em nunca mais
escrever.
Mas
aqui está
um pouco de mim,
um pouco
de alguma coisa,
ou alguma coisa
de tudo de mim.
Então,
como posso deixar,
o pouco,
o alguma,
ou tudo de mim.
Como posso,
deixar-me no vazio
sem palavras,
sem sentir.
Sou sentimentos,
loucura
de minha garganta,
voz que sai
às vezes,
quase sempre,
sem pensar,
pensando.
Pensarei
que "calar-me"
é morrer.
E falar
sem gritar
é escrever.
Sempre.
Nasci assim.
(Isabel Ienczak)
sábado, 4 de junho de 2011
ERAS TU!
Eras tu.
Quem me levava o sol
todos os dias.
Brilho em meu
caminho.
Eras tu.
Sonho dos meus
sonhos.
Luz de esperança
em minh'alma.
Ao te ver:
Sorriso constante
em meus lábios.
Eras tu.
Que me acalentava
em manhãs
e noites.
Sopro de vento
à janela.
Frescor
aos dias quentes.
Ternura
em dias frios.
Eras tu,
Único
em meu coração,
onde a saudade
pulsava,
ao te esperar,
ao te ver.
Eras tu,
somente tu.
(Isabel Ienczak - 84)
Quem me levava o sol
todos os dias.
Brilho em meu
caminho.
Eras tu.
Sonho dos meus
sonhos.
Luz de esperança
em minh'alma.
Ao te ver:
Sorriso constante
em meus lábios.
Eras tu.
Que me acalentava
em manhãs
e noites.
Sopro de vento
à janela.
Frescor
aos dias quentes.
Ternura
em dias frios.
Eras tu,
Único
em meu coração,
onde a saudade
pulsava,
ao te esperar,
ao te ver.
Eras tu,
somente tu.
(Isabel Ienczak - 84)
Assinar:
Postagens (Atom)