Seja lá o que for,ainda,
Vejo-o nos devaneios
um tal por acaso,
do primeiro dia.
Vejo-o na ilusão
de tua serenidade.
Como se não me visse
há muito tempo.
E tu existe,
na relembrança,
vaga e quase apagada,
tal qual como já foi.
E meus olhos entristecem,
ausente e distante,
um sorriso
sem rir.
Perco-me no tempo sem volta.
Quase sem a centelha
dos sonhos, sem o rumo
de tuas mãos.
(Isabel Ienczak)
.
.
.
(Óleo sobre tela-Isabel Ienczak 2001)
Meu canto para ler e escrever!
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
DAMAS E CAVALEIROS
Abstém,um Cavaleiro,
de termos chulos.
É sábio!
Pois,aos olhos
de uma Dama
terás o respeito.
(IsabelIenczak)
de termos chulos.
É sábio!
Pois,aos olhos
de uma Dama
terás o respeito.
(IsabelIenczak)
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
sábado, 24 de novembro de 2012
A PERGUNTA
Fui ler as cartas.
Havia uma pergunta.
Não entendi.
As palavras guardam tudo,
se os olhos forem
atentos.
Mas se a mente
há amarras,
O que o coração sente?
Desagarrar a alma
Leveza no contemplar.
O que existe é virtual.
(Isabel Ienczak)
.
Havia uma pergunta.
Não entendi.
As palavras guardam tudo,
se os olhos forem
atentos.
Mas se a mente
há amarras,
O que o coração sente?
Desagarrar a alma
Leveza no contemplar.
O que existe é virtual.
(Isabel Ienczak)
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sexta-feira, 23 de novembro de 2012
O QUE É A FELICIDADE?
...Felicidade...!
O que vem a mente?
Mescla de tudo
ou nada.
Nada aparente importância.
Sorrir por sorrir.
Sem promessa.
Falar!
Pactuar o orbe.
Chuva caindo,
Sol vindo.
Brincadeiras inocentes.
Olhar de criança.
Felicidade.
Sem definição.
Vem e volta.
Cedo chega,
Cedo vai.
Novo dia,
ou um dia novo.
Nunca será o mesmo dia.
Único.
Felicidade.
Perceber um rosto conhecido.
Apreciar uma estória.
Abrir o coração.
Valer-se de uma calorosa
acolhida.
Soltar uma risada,
franco,
simples...
O que é a Felicidade?
(Isabel Ienczak)
.
.
.
O que vem a mente?
Mescla de tudo
ou nada.
Nada aparente importância.
Sorrir por sorrir.
Sem promessa.
Falar!
Pactuar o orbe.
Chuva caindo,
Sol vindo.
Brincadeiras inocentes.
Olhar de criança.
Felicidade.
Sem definição.
Vem e volta.
Cedo chega,
Cedo vai.
Novo dia,
ou um dia novo.
Nunca será o mesmo dia.
Único.
Felicidade.
Perceber um rosto conhecido.
Apreciar uma estória.
Abrir o coração.
Valer-se de uma calorosa
acolhida.
Soltar uma risada,
franco,
simples...
O que é a Felicidade?
(Isabel Ienczak)
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quarta-feira, 21 de novembro de 2012
À SOMBRA
Se a tristeza me rouba o dia,
Eis que a resposta
a faz recompensar.
Rompe-me em devaneios,
muitas estórias
para contar.
O que é esta escrita
se não os sonhos
relatar?
Ás vezes foge às palavras
a dúvida de não saber,
se a espreita estás a me vigilar!
(Isabel Ienczak)
Eis que a resposta
a faz recompensar.
Rompe-me em devaneios,
muitas estórias
para contar.
O que é esta escrita
se não os sonhos
relatar?
Ás vezes foge às palavras
a dúvida de não saber,
se a espreita estás a me vigilar!
(Isabel Ienczak)
CASTO
Tempo a distanciar,
arrastando saudades:
dias quedo.
Há quem quer lembrar,
o sabor de estar perto
de quem se vê ao longe.
E fica um certo
romântico platonismo,
do olhar, do sorriso,
das possíveis confidências...
(IsabelIenczak)
terça-feira, 20 de novembro de 2012
INCERTO
Aproxima-se,
silenciosamente.
Acerca-me
em segredo.
Palavras sussurradas
ditas saudades.
Distancio
incerta.
De quê?
(Isabel Ienczak)
silenciosamente.
Acerca-me
em segredo.
Palavras sussurradas
ditas saudades.
Distancio
incerta.
De quê?
(Isabel Ienczak)
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
ÁGUAS CALMAS
O rio atravessa
Os campos
Verdes, floridos
Está esse lugar
O sol se ergue
Brisa vento
Dançam as árvores
Sons que delas vem
Nuvens que brincam
No céu
em algodão
Doce criança...mulher
Baila vestido
Rodado em canção
O rio se vai
curvas
molhadas erguem
desliza
seixo a seixo
abrem-se cachoeiras
Exala flor
Borda areia
O rio prossegue...
(Isabel Ienczak)
sem pontuação: de propósito...
Os campos
Verdes, floridos
Está esse lugar
O sol se ergue
Brisa vento
Dançam as árvores
Sons que delas vem
Nuvens que brincam
No céu
em algodão
Doce criança...mulher
Baila vestido
Rodado em canção
O rio se vai
curvas
molhadas erguem
desliza
seixo a seixo
abrem-se cachoeiras
Exala flor
Borda areia
O rio prossegue...
(Isabel Ienczak)
sem pontuação: de propósito...
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
BABEL
Perturba-me
esta desordem
em minha mente.
Lágrimas
que correm,
prostam
profunda dor.
Atraiçoada
por um sonho...
um sonho, sabe lá,
não existir.
Não entendo.
Não possa eu viver,
ventura de sentimentos.
(Isabel Ienczak)
esta desordem
em minha mente.
Lágrimas
que correm,
prostam
profunda dor.
Atraiçoada
por um sonho...
um sonho, sabe lá,
não existir.
Não entendo.
Não possa eu viver,
ventura de sentimentos.
(Isabel Ienczak)
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