
Meus Pais!
Ultimamente tenho pensado muito neles.
É como se eles soubessem que preciso,
necessito, tanto deles.
Como não tenho mais a sua presença,
tenho as imagens e lembranças.
Porém, às vezes, não me é suficiente.
É necessário um abraço,
um aconchego fraternal,
uma conversa de orientação,
ou simplesmente ficar ali do lado.
Mas o que posso fazer,
os perdi tão cedo,
Contento-me em sonhar.
E não sei ao certo
se sonhos são avisos.
E, nestes últimos tempos,
estive com eles, em meus sonhos,
muito mais tempo do que antes.
Talvez seja por isso,
que a sonolência me toma o corpo,
muito mais densa,
para ficar neste torpor
de Paz e proteção.
Saudades!
Não tenho mais o que dizer...
...agora!
Ultimamente tenho pensado muito neles.
É como se eles soubessem que preciso,
necessito, tanto deles.
Como não tenho mais a sua presença,
tenho as imagens e lembranças.
Porém, às vezes, não me é suficiente.
É necessário um abraço,
um aconchego fraternal,
uma conversa de orientação,
ou simplesmente ficar ali do lado.
Mas o que posso fazer,
os perdi tão cedo,
Contento-me em sonhar.
E não sei ao certo
se sonhos são avisos.
E, nestes últimos tempos,
estive com eles, em meus sonhos,
muito mais tempo do que antes.
Talvez seja por isso,
que a sonolência me toma o corpo,
muito mais densa,
para ficar neste torpor
de Paz e proteção.
Saudades!
Não tenho mais o que dizer...
...agora!
(Isabel Ienczak)
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