Agora,
releio estas antigas
cartas tuas,
com a esperança
de te reencontrar
nas promessas
de me amar
eternamente.
De olhos fechados,
em cada uma delas,
minh`alma sente
aqueles momentos,
que teimam em ficar
somente no passado.
E vou deixá-las
aqui abertas,
na esperança
de que tu jamais
venha a
nos esquecer.
Porque sei,
que o teu silêncio
é um engano,
como rabiscos
aleatórios em papel.
E na hora
do arrependimento,
deste puro engano,
ei-las aqui
para que tu
as veja
e relembre
nós dois,
e reencontre-nos!
(Isabel Ienczak)
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