No espinho escorre
o sangue.
E a chuva,
esconde as lágrimas.
E assim,
o pranto se faz e
o coração enfraquece.
Quem pode aguentar?
O silêncio,
permanece.
Sem reclamar
Caminhos são assim:
desvios.
Constantes desvios
das feridas.
Amarguras
que machucam.
Nem tudo
são flores!
(Isabel Ienczak)
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