Reli tuas cartas
e nelas estamos nós.
E sinto
àquelas emoções,
repletas de saudade.
Mas eu as terei sempre
para que a memória
reviva a nossa história.
E,
enquanto as leio,
fecho os olhos,
e ouço tuas palavras,
percebendo o aroma...
o toque...
tudo o que sempre
nos envolveu.
E volto a guardá-las,
unidas
em uma fita azul.
Para que,
a qualquer hora,
possa rememorar o tempo,
em cartas no papel.
(Isabel Ienczak)
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