Quisera não saber,
que amar é uma tortura.
Retiro-me à minha'alma
alento-me o coração,
pois me parece
que nada há de se fazer.
E diante dos meus olhos,
machucados pelo que não
queria ver,
um mal irreparável.
Amor, que se ausenta,
como um fim:
o de nunca mais ser visto.
E a dor no peito
é maior que o pressentido.
O silêncio vence.
A minha fragilidade domina.
(Isabel Ienczak)
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