(Óleo sobre tela-Isabel Ienczak 2001)

(Óleo sobre tela-Isabel Ienczak 2001)
Meu canto para ler e escrever!

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

ENQUANTO ESTOU CALADA

Meu silêncio,
enquanto tu
não me dizes nada.
Calo-me.
E me aquieto
na ausência,
que dizem,
não ter razão.
E provar
a ti...
- O quê?
Grito em mim,
sem ruído.
Adular, jamais.
Perigo na inação.
Deveria eu
tratear.
Não há razão.
Encontro o refúgio
no meu interno,
enquanto estou Calada!

(Isabel Ienczak)

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