Eu procurei entender
que caminhos
Deus me reservou!
Pois a dor de uma partida,
que carrego dentro de mim,
dói muito.
Mesmo que o tempo,
esses anos todos,
tenham se passado.
A vida,
tenta me fazer esquecer,
que um dia,
eu tinha o meu riso juvenil,
sem medo do futuro.
Mas quando se perde
o alicerce de nosso
viver,
o abraço fraternal,
o que posso eu fazer.
Somente me entristecer
e recordar
a mão que segurava a minha.
O colo que me aguardava,
enquanto correndo
abria os meus pequenos braços,
e num salto
lá estava eu: sorrindo.
Gargalhadas de criança!
Resposta: Saudade.
Saudade dos meus queridos!
(Isabel Ienczak)
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