Abraço sem pretensão.
Deduz-se Inocência.
Arrasta-lhe a face,
no algar dos segundos,
Prendendo-a toscamente.
O inesperado acontece!
Sê verdadeiro,
parece impossível!
(gesto imperfeito?).
Pensamentos se recusam a vir.
Assustador saber.
(Onde está o Sublime?).
As mãos mostram-se vazias,
Acuadas se perde na fuga.
Sê real ou devâneio.
Não é certo que se reconsidere,
medo do risco.
E não saber quem se perdeu.
Remoer a mente,
em esperança louca.
O silêncio se fez no tempo.
E continua a remoer:
E não saber quem se perdeu.
(Isabel Ienczak)
Nenhum comentário:
Postar um comentário